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A sintonizar estações...

A mentalidade de "merda" que vai trazer violência.

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Quando a balança desequilibra, a injustiça deixa de gerar medo porque já não há mais nada para perder, começa a violência da indignação profunda de anos a amealhar destrato.

N

esta onda da Direita Populista, acarinhada pela Direita democrática (idiota, vai se matar) nasce um ódio que se amplifica a cada dia, fomentada por políticos que no seu único e exclusivo interesse destroem uma sociedade com bandalhos que repetem ideias feitas.

A Madeira é famosa por não ser solidária, a cada infortúnio alheio vemos isso, enquanto alguns governantes feitos com empresários enchem o pandulho descaradamente, esta realidade é abafada com narrativas contra os pobres, uma distração maquiavélica para os holofotes saírem de quem rouba milhões, aquela para a qual Albuquerque não governa. Albuquerque é queque, um deslumbrado com o poder, com manias de rico porque o poder e o erário público o salvaram, parece a mesma história do louco da América, o Trump. Falência e riqueza usando o poder. Um vendeu-se aos bancos do Putin, outro a quem o salvou por entre oligarcas iguais aos russos, o saco azul que deita a mão aos palhaços eleitos para governarem por eles.

Albuquerque semeia ódio, egoísmo, safadeza, mentira e entretenimento. Governação para madeirenses zero! A sua sorte é a emigração dos madeirenses, porque se ficavam todos por cá injustiçados, isto já teria rebentado. Para alimentar narrativas Albuquerque ofende os necessitados, generaliza os casos que o seu próprio partido fomenta e tem uns seguidistas a fazer eco. Está a gerar violência, raiva, indignação, eu já nem digo cuidado, porque repetem até à exaustão sempre a mesma coisa, será merecido.

Decidi falar no 25 de abril com o texto que escrevi, 52 anos depois, ou não se aprendeu nada ou os mais novos estão bem metidos à besta julgando que o engodo do passado não é o engodo do presente. As elites a espezinhar a desaparecida classe média na Madeira é um facto. Eles comem tudo e não fica nada.

Toda a gente sabe que este modelo económico da Madeira gera pobres, sabe que os apoios sociais têm requisitos impossíveis e por isso, apesar da realidade ser cada vez pior, menos gente acede e fazem publicidade disso como um sucesso. É uma maquilhagem que depois de fazer pobres aniquila-os nas estatísticas. Temos muita gente necessitada na Madeira, porque são excluídos de uma governação para amigos, o verdadeiro inimigo interno onde se ganha o poder para governar só para uma parcela do povo madeirense. Depois vêm os felizardos do regime, os que têm estômago para aturar, os vendidos, os sodomizados pelo poder, os tachistas, todos a criar, acompanhar e fazer eco das narrativas da maldade.

O que se gasta em apoios sociais é miserável perante o que se rouba na Madeira, os ladrões são bem vistos, os pobres que produzem têm um ódio em cima, visto a cada publicação que alerta para o facto de que o Rei vai nu mas também esta Madeira, de uma parte do povo que gosta de ser canalha pensando que também vai ter a sua parte da máfia no bom sentido.

Precisamos de uma nova revolução. A da justiça social e a da democracia plena com separação de poderes.

Meu texto nasce pelo que li em comentários relativos aos aumentos das rendas por parte do IHM. Tanta gente a partilhar uma narrativa descompensada contra os mais frágeis, se há abusadores que vão em cima deles e não do todo, mas até julgo que os prevaricadores são mesmo gente das narrativas que teve casa por favor político, dos que sempre estiveram e dos que vieram de fora e foram comprados.

Continuem a hostilizar que um dia terão violência. Este povo, parte deste povo, não tem como viver na Madeira, tudo é caro em favor da orgia dos empresários do regime. Chegaremos à violência, escrevam. Porque dão cabo de vidas, insultam e ainda se vingam. Abusam dos frágeis. Quando não há nada a perder começa a violência, e basta a ignição para também se normalizar como um grupo de bandidos que governam, completamente desligados da realidade e que enriquecem, coincidência.

Se Miguel Albuquerque não tivesse herdado não tinha começado a vida noutro patamar, mas depois faliu e foi a política, o poder e seus meandros que o salvaram em 4 anos e, não bastando, foi rico para sair em tema de revista. Pela gula tem uma carrada de acusações em cima bem feias. É este indivíduo, que cria a narrativa contra pobres, os que enfrentam crise após crise sem nunca levantar cabeça, gerada pelos ricos para enriquecerem ainda mais, mas sem política nem poder para se salvar,. Com um Governo de Albuquerque que se desligou do povo, e governa para negócios de ricos, são estas pessoas que vivem a realidade que se vão salvar como Albuquerque?

Morte ao Regime da Madeira. Pérfido que quer aumentar a ditadura já pouco camuflada.

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