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O estilo é o mesmo, acrescendo uma gritante falta de estratégia. Não há uma ideia, uma visão para o futuro da Madeira. Vive hoje, como antes, ao sabor da corrente e a reboque dos acontecimentos. Até na sorte que teve ao criticar o concurso do Hospital falhou no alvo falando de alhos percebendo bugalhos.
Se o PS-M ainda não bate no fundo é pelo que tem na assembleia. Talvez porque não seja o PS-M do costume. Sílvia Silva mostra o que deveria ser Pessegueiro, mas não é. Até o Velho faz melhor figura do que a maioria do estepilha que ali se senta.
Enquanto uns fazem, a líder dedica-se ao que sempre fez: gerir a estratégia de sobrevivência política familiar. O caminho da Pessegueiro tem o destino do marido, Vítor Freitas. É ele quem, na sombra, escreve os discursos a ela e desenha as propostas que ela depois tenta apresentar como ele na Assembleia.
Ao redor desta horta familiar, floresceu um grupo de dependentes políticos que vê no partido uma agência de emprego. Uma rede de sobrevivência, pensionistas da JS. Do "clã dos cinco" pelo menos quatro preparam-se para viver à conta do partido.
Na Ponta do Sol já se conhece o resultado da inércia disfarçada de poder. O aviso fica feito por quem já viu este filme: o PS-M desce de divisão nas próximas eleições regionais. Nem os dois lugares para o casal Pessegueiro-Freitas elegem.
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