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Docentes qualificados. Doutorados. A segurar cursos inteiros. E vivem semestre a semestre. Chamam-lhe flexibilidade. Outros chamam-lhe o que é: precariedade institucionalizada. Exclusividade… seletiva?
Depois há o tema que corre nos corredores, o regime de exclusividade. No papel, dedicação total, na prática, segundo relatos, há quem acumule, há quem passe entre os pingos da chuva, há quem nunca seja questionado?
Enquanto isso, outros cumprem tudo, outros ficam presos na precariedade. Dois pesos. Duas medidas? O teatro da transparência, publicamente, rigor; legalidade; transparência. Na realidade que muitos descrevem, decisões difíceis de explicar, silêncio conveniente, perguntas sem resposta. Não é falha de comunicação. É falta de confiança.
Já não é um caso isolado. Concursos polémicos. Precariedade massiva. Dúvidas internas constantes. Isto já é padrão e começa a ser impossível ignorar. E houve visita presidencial, o cenário ideal? Uma receção institucional perfeita, com discursos sobre excelência, fotografias e sorrisos.
Mas há uma pergunta incómoda, será que não deveria encontrar docentes à porta? Gente real a denunciar o que se passa? Porque se tudo isto é conhecido internamente… por que motivo continua invisível cá fora?
A provocação final. Dizem alguns, em tom já cansado, “ali compra-se tudo e todos”. Mas fica a dúvida, Será que também se compra o silêncio total? Até quando? A pergunta que fica.
Os serviços administrativos são mesmo tão rigorosos como afirmam? Ou o rigor depende… de quem está em causa? Porque quando centenas vivem na incerteza, alguns parecem escapar às regras, e ninguém assume decisões, já não é só um problema interno. É uma questão pública.
E, desta vez… o país pode estar a olhar. Mas há alguém com eles no sítio que envie uma operação especial para auditar aquela universidade? Quiçá, uma Operação "Margarida revolucionária"?
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