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Cheira a esturro

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s 10 dias úteis após a publicação da lista definitiva dos candidatos aprovados e bem ordenados do edital 902/2025 estão prestes a terminar. A pergunta que se coloca é quem irá homologar tal aberração? Hipóteses, “o chef mor impedido”? O velho conhecido institucional-ex reitor ou a responsável que devia decidir… mas ainda não decidiu e se decidiu ninguém sabe?

Recordando os capítulos da novela do concurso, costurado à medida, para fins da contração de 2 professores universitários para as construções feitas:

1 O chefe que nunca está, 3 jornalistas (de órgãos relevantes) andam há dias a tentar contacto. Resposta oficial, o responsável:

  • “Está em reunião”
  • “Está em viagem”
  • “Não está disponível”
  • “Talvez depois" pois agora está a rezar para que ninguém publique nada sobre este escândalo, mas ninguém responde, ninguém assume.

2 A candidata que não devia ter ficado de fora, segundo vários relatos, já leciona unidades curriculares importantes:

  • Assegura matérias consideradas difíceis
  • Tem índice H superior a outros candidatos melhor classificados
  • Tem um perfil que encaixa no concurso… e mesmo assim ficou de fora.
  • Coincidência?
  • Ou alguém “tratou do assunto”?

3 Advogados… com medo? Circula a informação de que a candidata tentou apoio jurídico. Resultado? Dificuldades inesperadas. Fala-se de alguma resistência em aceitar o caso. Num meio pequeno, onde todos se conhecem… coragem ou prudência?

Mas fica a pergunta, não haverá um único advogado disposto a avançar com um caso que muitos consideram forte, do tipo causa ganha e com direito a indeminização?

4 Uma candidata “inconveniente”, não estamos a falar de alguém aleatório, experiência direta no departamento:

  • Trabalho já feito
  • Reconhecimento académico
  • Perfil alinhado. Mesmo assim, afastada.
  • Quem beneficia com isso?

5 Rearranjos curiosos. Entretanto, dentro do departamento, falam-se de novas formações “criativas”:

  • Redistribuição de unidades curriculares
  • Docentes experientes a perder espaço
  • E há quem estranhe: quem assegura as cadeiras mais difíceis fica com menos
  • Sobram “restos” que mais ninguém quer
  • Coincidências académicas, claro.

6 Ambiente nos bastidores. Entre corredores, fala-se de:

  • pressões; desgaste e situações que alguns classificam como “assédio moral”. Nada oficialmente confirmado. Mas comentado o suficiente para levantar dúvidas.

7 Silêncio que diz muito, ninguém esclarece, ninguém decide, ninguém assume e o prazo… acaba. Mas quem vai homologar?

Brevemente saberemos...

Apelo final, caros Jornalistas investiguem. Caros Advogados, avancem pois se ela não tiver dinheiro para pagar, a indeminização paga, ok? E Instituição, até quando o silêncio? Até quando vão encobrir este escândalo que já anda nas terras do Dom Afonso Henriques? E o candidato colocado e genro do chef mor tenha vergonha e fique lá para os lados das terras minhotas que aqui não faz falta nenhuma. A excluída dá conta. Quer das construções como das fundações e das reabilitações...

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