05/06/2026, 16:09:28
O Albuquerque tem uma certa piada, depois daquela cena há uns anos em que fizeram um teste para ver se um helicóptero voava, temos agora a fantástica descoberta de que cabras e ovelhas limpam mato, não sei porque raio é que outras cabras e ovelhas não permitem a limpeza das serras das infestantes com os quadrupedes. A serra está um espanto de amarelo, justo onde mais turistas se podem entalar com um incêndio. Sim, ele pode vir por aí abaixo, mas e se um dia temos turistas presos na brasa? Vamos lá conciliar as coisas para por a natureza a funcionar, está à vista de todos o erro, investir em natureza como dinheiro das obras esquece, então metam lá o gado para comer o que deve.
O Albuquerque tem uma certa piada, depois daquela cena há uns anos em que fizeram um teste para ver se um helicóptero voava, temos agora a fantástica descoberta de que cabras e ovelhas limpam mato, não sei porque raio é que outras cabras e ovelhas não permitem a limpeza das serras das infestantes com os quadrupedes. A serra está um espanto de amarelo, justo onde mais turistas se podem entalar com um incêndio. Sim, ele pode vir por aí abaixo, mas e se um dia temos turistas presos na brasa? Vamos lá conciliar as coisas para por a natureza a funcionar, está à vista de todos o erro, investir em natureza como dinheiro das obras esquece, então metam lá o gado para comer o que deve.
06/06/2026, 2:37:13
Os jornalistas fizeram do "malcriado" um coitado, uma vítima e um mártir. É para isso que são pagos. A vida dá muita volta, oxalá que não tenham que aturar o secretário do jornalismo de mau humor para perceberem melhor o que se passa no Parlamento e na Secretaria. Parece que as risadas de Albuquerque e Jesus no Parlamento não eram do momento da votação, mas sim porque sabiam que ainda não tinha acabado a beatificação. Agora falta usar o bispo.
06/06/2026, 3:14:18 É preciso acudir aos velhinhos das garras de Montenegro
O perigoso precedente aberto pelo pacote laboral contra a classe trabalhadora, ganha agora contornos ainda mais preocupantes com a aprovação em Conselho de Ministros da nova Prestação Social Única (PSU). Sob a bandeira da "simplificação" e da redução burocrática, o Governo avança com uma profunda reforma que aglutina 13 apoios sociais distintos num único mecanismo baseado na situação económica global do agregado familiar, uma manobra centralizadora que, na verdade, serve para camuflar o verdadeiro impacto das ajudas individuais sob uma capa de universalidade fictícia. Ao extinguir as parcelas e os direitos específicos de cada prestação autónoma, como o subsídio de desemprego, o RSI ou os apoios à parentalidade e doença, o Estado passa a deter um poder discricionário absoluto para recalcular e manobrar os tetos financeiros à sua inteira conveniência. abre a porta a futuros dissabores e cortes dissimulados. Os partidos à esquerda e os críticos já alertam para o risco real de descaracterização destes apoios e para a perda efetiva de proteção em grupos específicos, provando que, sem parcelas bem definidas e isoladas na lei, o Executivo manobra os cordões do sistema de segurança social com muito maior facilidade, deixando os cidadãos mais vulneráveis à mercê de critérios de elegibilidade opacos que ainda estão por esclarecer no debate parlamentar. Agora você é elegível para um, quando antes poderia tratar de cada um por si, entende? Montenegro continua a atacar os rendimentos. Para os madeirenses, acresce a experiência com o subsídio social de mobilidade.
O perigoso precedente aberto pelo pacote laboral contra a classe trabalhadora, ganha agora contornos ainda mais preocupantes com a aprovação em Conselho de Ministros da nova Prestação Social Única (PSU). Sob a bandeira da "simplificação" e da redução burocrática, o Governo avança com uma profunda reforma que aglutina 13 apoios sociais distintos num único mecanismo baseado na situação económica global do agregado familiar, uma manobra centralizadora que, na verdade, serve para camuflar o verdadeiro impacto das ajudas individuais sob uma capa de universalidade fictícia. Ao extinguir as parcelas e os direitos específicos de cada prestação autónoma, como o subsídio de desemprego, o RSI ou os apoios à parentalidade e doença, o Estado passa a deter um poder discricionário absoluto para recalcular e manobrar os tetos financeiros à sua inteira conveniência. abre a porta a futuros dissabores e cortes dissimulados. Os partidos à esquerda e os críticos já alertam para o risco real de descaracterização destes apoios e para a perda efetiva de proteção em grupos específicos, provando que, sem parcelas bem definidas e isoladas na lei, o Executivo manobra os cordões do sistema de segurança social com muito maior facilidade, deixando os cidadãos mais vulneráveis à mercê de critérios de elegibilidade opacos que ainda estão por esclarecer no debate parlamentar. Agora você é elegível para um, quando antes poderia tratar de cada um por si, entende? Montenegro continua a atacar os rendimentos. Para os madeirenses, acresce a experiência com o subsídio social de mobilidade.
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