Que prazer deve dar destruir a Madeira. Parecem todos drogados na construção. Mata-se Madeira e seu povo mas a construção não pode parar. Vamos aniquilar esta "porcaria" para encher a pança. Já não nos mexemos, eles querem continuar nesta vida.
A
Sob o pretexto de uma pretensa "inevitabilidade" geográfica, tenta-se agora moldar a opinião pública para aceitar a destruição sistemática da nossa paisagem, legitimando a multiplicação de mamarrachos disfarçados de progresso social. A "culpa" é a necessidade de habitação para os madeirenses, mas à boleia os conspurcadores de preto e mamarrachos terão a sua porta aberta. Abram mas é a cela a esta corja!.
É um erro premeditado, primeiro asfixia-se o mercado e inflacionam-se os solos. Depois, com a conivência técnica da Ordem dos Arquitetos, apresenta-se a verticalidade como a salvação milagrosa. O que realmente salta à vista não é a falta de espaço, mas sim a pressa em desregulamentar o PDM para que os promotores imobiliários possam rentabilizar cada metro quadrado ao limite, à custa da descaracterização definitiva da nossa "Pérola do Atlântico".
Estes bandalhos esquecem-se dos seus próprios argumentos, para o "bardamerda", porque interessa enxurrar de turismo rasca, a Madeira é elástica, mas para a construção já não é. Erro atrás de erro para tornar a Madeira uma porcaria no Atlântico, uma laga da Prada. Que venha o desassossego social rapidamente, a violência pode vir a ensinar o que andam estes "donos da Madeira" a fazer.
Esta ofensiva de comunicação, como outras, lembram-se da aquacultura, tem sempre os serviçais da comunicação social, esse jornalismo putrefacto. Tenta até reescrever o passado ao lamentar que o Funchal não tenha torres de 25 pisos por "culpa" de decisões urbanísticas sensatas do início do século (parece a conversa dos ventos do aeroporto), pretende anestesiar o espírito crítico dos madeirenses.
Querem que olhemos para aberrações volumétricas como o Savoy não como cicatrizes na baía, mas como o novo padrão estético a seguir. A violência que trouxeram e esta insistência de tratar a ilha como a "pixota pública" é um bom caldinho.
A tese de que o cumprimento das regras urbanísticas foi uma "visão míope" do passado é uma inversão de valores perigosa, míope é destruir o anfiteatro natural que atrai o mundo para enriquecer meia dúzia de carteiras no presente, deixando uma herança de betão estéril e sombras perpétuas para as gerações futuras. Vai ser "lindo" a parede de betão vista do mar, e a claridade dos foguetes do fim do ano a se notar entre prédios. Mas o que importa? O madeirenses avaliza a destruição. Querem aterros sem fim.
A própria Ordem dos Arquitetos reconhece que as infraestruturas básicas de água, saneamento e vias de trânsito no Funchal já estão obsoletas e não comportam esta densidade, mas, contraditoriamente, insiste em empurrar a verticalidade como inevitável. MAIS MERDA PARA TODOS, MENOS ÁGUA PARA A ESCUMALHA DOS NATIVOS.
Habitação acessível constrói-se com descentralização, reabilitação e inteligência territorial, não com a replicação de modelos de Manhattan que estrangulam os serviços públicos e privatizam a luz solar. Este governo é igual a Trump a enriquecer as famílias e as empresas do regime. Estão a esgotar a Madeira com estrangeiros para encher a pança daqueles que não amam a Madeira. A violência vai chegar.
Cancros da democracia.
Recusar esta ofensiva que tenta "mentalizar" a população para deixar passar tudo é o último reduto de defesa da Madeira, se cedermos ao facilitismo do betão em altura, perderemos para sempre a identidade única que nos define.
Este governo é escumalha, a cada eleição vêm piores, mais domados pelos que pagam a sodomização.
No PSD-M são todos sodomizados para servir os donos da Madeira, não há vozes que metam juízo? Comecem a arranjar tino e soluções porque a violência vai chegar. O limite foi atingido.
Nota: vão vendo quantos traidores da Madeira existem a pensar só na algibeira. A Madeira será o lixo que os madeirenses quiserem.
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