Difamar e caluniar, ressabiado e invejoso, são vocábulos de gente fraca de pensamento intimidatório, para gerar medo e autocensura. Estes novos tempos do PSD-M são muito piores do que os anteriores, agora é mesmo uma matilha vingativa que não quer saber de nada a não ser de si. E lamento informar que a geração que vem a seguir não tem valores, estão mal formados e serão mais ditadores.
S
ão 50 anos a saber que quem faz o certo não vence a matilha, a larga maioria na Função Pública entra por cunha, por serviço partidário, e é um gangue que funciona a cobrir os rabos de palha uns dos outros. Como se não bastasse, vemos como o Governo Regional arranja órgãos fiscalizadores de gente do mesmo gangue para se fiscalizar, um faz de conta hipócrita.
As provas não devem se entregues aos que se fiscalizam a si próprios mas a entidades externas, creditadas para o efeito e mesmo assim, após um estudo dos tentáculos do polvo.
Tudo o que está narrado em páginas e páginas de investigações numa pequena parte deste covil chamado Madeira, independentemente do que a Justiça molde com advogados pagos a peso de outro, cada vez mais juizes suspeitos, ditam em que ambiente vivemos. Estou farta de honrados que são uns hipócritas que usufruem do sistema e que depois querem santo, alguns abençoados pela igreja local. Isto é o modelo da ditadura, tal e qual. Fátima, Futebol (pode ser que migre para golfe) e Fado.
Esta farsa da autofiscalização é o culminar de um regime que se alimenta da sua própria ganância. Criam-se comissões, nomeiam-se inspetores e montam-se palcos de rigor que mais não são do que blindagens jurídicas para os "negócios da família". E o pior é ver a juventude partidária, os herdeiros deste sistema, a aprenderem a cartilha da subserviência logo na escola primária do compadrio. Não trazem ideias novas, trazem apenas as garras mais afiadas e uma total ausência de escrúpulos. São os novos "doutores" formados no rebanho do facilitismo, prontos para morder quem ouse questionar o mestre.
Repito, as provas não devem ser entregues aos que se fiscalizam a si próprios mas a entidades externas, creditadas para o efeito e mesmo assim, após um estudo dos tentáculos do polvo.
É uma corte de falsos moralistas que bate no peito ao domingo (param em cima do Largo do Município?) e assina adjudicações diretas à segunda-feira. O silêncio cúmplice de certas paróquias e a bênção divina dada a quem rouba o futuro da nossa terra são a prova de que o polvo tem ramificações na terra e no céu. Enquanto o povo se distrai com as festas, as romarias e a ilusão do progresso, a elite vai dividindo o bolo. É a velha receita da ditadura, adaptada aos novos tempos: pão e circo para os pobres, milhões e impunidade para os de sempre.
Envie texto ou siga-nos nas redes sociais:
Regras e Diretrizes da Comunidade
1: Não publique e-mail ou qualquer tipo de informação pessoal.
2: Não publique links do seu próprio blog/site.
3: Não faça spam, respeite.
4: Para Ajuda e Suporte, utilize o formulário de Contato.