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A inoperacionalidade no Dubai e a inoperacionalidade na Madeira

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 hub aéreo do Dubai, o Aeroporto Internacional do Dubai (DXB) é uma verdadeira metrópole tecnológica que redefine o conceito de escala. É um dos eixos mais movimentados e luxuosos do planeta. Com uma arquitetura monumental que impressiona pela dimensão das suas áreas de embarque e terminais interligados, o espaço oferece uma experiência de qualidade superior, onde a eficiência operacional se cruza com o requinte.

Os passageiros usufruem de serviços de classe mundial, que incluem desde jardins interiores zen e spas de luxo até uma oferta gastronómica global e áreas de duty free que mais parecem centros comerciais de elite, tudo isto pontuado por processos biométricos avançados que tentam conferir fluidez a um fluxo constante de milhões de viajantes.

Não sei se pela distância, não se ouve que ganhe prémios, não faz força mas, na verdade, é um colecionador compulsivo de prémios, contudo o seu maior troféu é o domínio absoluto como o aeroporto com mais tráfego internacional do mundo. O reconhecimento vai muito além da fama, é oficial e constante. Quando se é naturalmente reconhecido, os prémios deixam de ter valor, o aeroporto é reconhecido pela sua eficiência logística e pela rapidez na gestão de fluxos gigantescos de passageiros em trânsito.

O que importa mesmo é o apoio que dá quando nesta rara vez de inoperacionalidade apoia os seus passageiros. Foi o que aconteceu agora com os ataques do Irão ao Dubai. Estive a ver que despesas poderiam ter avançado e, curiosamente, ao contrário da Madeira, todos colaboraram, inclusive a hotelaria. Se não há movimento de passageiros não chegam novos para ocupar o lugar na hotelaria, de maneira que os que estão permanecem até haver solução. O plano de contingência do imenso aeroporto do Dubai é de mera gestão numa terra que tem muito dinheiro. Dá que pensar naquele ****** do Eduardo Jesus e os pequenos empresários desta terra.

Que sorte o vento ter começado depois de acabar a BTL, teria piada ver o secretário regional de turismo a apanhar com o seu plano de contingência, sem ninguém que o atenda.

Vão tantas vezes ao Dubai e não sabem imitar sem custos? Há muita gente nos lugares errados neste Governo Regional, é onde existe vaga para a lista da elite, os bons trabalham no Dubai! Madeirenses!

Um mau momento pode se tornar reconhecido positivamente pelos passageiros se souberem mostrar dedicação, é o que não existe no Aeroporto da Madeira, foi o que existiu no aeroporto do Dubai. E não me digam que eles têm dinheiro, não foi preciso!

Precisamos de um secretário competente, uma pessoa séria e experimentada, discreta a fazer o seu trabalho, que meta mãos a fazer algo pela inoperacionalidade do nosso aeroporto, isto não vai para melhor, vai para pior! As alterações climáticas serão cada vez mais agudas. Ainda não notaram no número de dias de vento que provoca inoperacionalidade a aumentar?

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