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A sintonizar estações...

Os alcoólicos, drogados, ladrões e a máfia são solidários.

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nquanto tanta gente sem crédito continua a lutar visceralmente contra o PSD nas redes sociais, sem atender que a forma de comunicar afasta pessoas, muitos sonsos e com egos inflamados fazem os seus dias de tradição. Egos como os de Trump, numa sucessão de momentos de ineficácia porque contam com claques que não querem saber dos argumentos dos outros. A oposição na Madeira vai fazendo o trabalho que sempre fez, nos exatos molde que o PSD permite e quer, outra tradição que sempre lhes deu os mesmos resultados, 50 anos de derrotas mais ou menos pesadas, mesmo com todas as alegadas patifarias, ilegalidades e crimes.

O PSD ganha porque prende pessoas a interesses e soma-as todos os dias, porque alguma oposição falha na comunicação e na gestão quando tem um pequeno poder e, por último, porque a oposição é feita de gente com medo a abrir os partidos porque lhes podem tirar o ganha pão. A política afinal não serve a gestão pública, é gestão de carreiras pessoais com bons vencimentos, onde muitos se encaixam confortavelmente e sabotam a alternância. E depois destes há os que são mesmo do PSD a laboral na oposição e tendo destaque, dividendos e subsídios homologados pelo poder que, mais uma vez agradece e envolve. Neste caso, menos por menos não dá mais, dá bem menos. 

Parabéns ao PSD Madeira, merece o poder indo até aos limites da democracia e, em abono da verdade ultrapassando, quando já está a blindar a ditadura camuflada e onde até a Justiça é um espantalho da Quinta dos Prazeres.

Estamos a ser roubados em directo e em notícia, porque todos normalizaram a má semente e as práticas de chico espertismo. O poder é a confluência dos interesses pessoais das pessoas da política que gerido com mestria dá boa vida a todos os políticos e a pobreza sem oportunidades aos madeirenses em geral. Os alcoólicos são solidários. Os drogados são solidários. Os ladrões são solidários. A máfia é solidária. Os democratas de ego inchado não, querem o seu palco e perdem-se na multidão esbracejando na linguagem que faz ignorar.

Enquanto isso, os PDM's preparam-se para ser alterados à medida, o GR vai fazer truques com a propriedade rústica para dar mais terrenos à construção, já com alguns arquitectos a salivar e a anunciar que é preciso construir em altura. Os mesmos que, sem pejo, abatem quintas madeirenses em vez de mantê-las. Construir para muitos a milhão dá mais dinheiro. Não precisamos de identidade, precisamos de património em altura porque rende mais. Tudo passa impune, o madeirense já de si é amorfo, desinteressado, inócuo e inactivo, não se importa, e se algum afoito houver, o pacote laboral trará mais precariedade no emprego, para impor mais medo e menos capacidade de viver em Portugal para assim vendê-lo a estrangeiros.

Enquanto isso, o madeirense em geral odeia quem lhe diz a verdade, premeia sempre bandidos porque são farinha do mesmo saco, só que uns têm o saco e outros não, porque prefere o conforto da mentira e do entretenimento. Continuem com os dedos para cima e para baixo, sem pingo de conhecimento, por enfado de ler, até serem... não pobres mas o lixo de 50 anos de esquemas.

Percebemos que nada é mais seguro do que um emprego na política, quanto mais egoísta e sujo... mais sucesso e eles não se distinguem do poder ou da oposição mas sim por aqueles que têm mais ou menos oportunidades de serem iguais. A miséria humana viverá sempre nesta terra, o povo não se importa, mas os maçons encontraram uma oportunidade.

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