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á muita gente "saiu" do PSD na Madeira porque é um partido que não ouve e está obcecado como organização criminosa de fazer dinheiro para meia dúzia. Normalmente as pessoas afastam-se e não dão bandeira a se desvincular. Cada vez mais o PSD Madeira é máfia, é com medo que se consegue a união, a dependência amarra curto pelos vencimentos. A ideia de que expulsões em massa dentro de um partido possam ter “bom impacto” revela uma visão profundamente preocupante da democracia interna, que já tínhamos visto, mais próxima de lógica de controlo do que de pluralismo.
Quando se normaliza afastar centenas de militantes como algo positivo, está-se a admitir que a divergência é indesejada e que a fidelidade cega vale mais do que o debate, precisamente o contrário do que deveria sustentar um partido político saudável. Ao justificar estas decisões com “disciplina” ou “renovação”, corre-se o risco de mascarar práticas de exclusão que empobrecem o pensamento coletivo e afastam qualquer cultura de crítica construtiva.
No fundo, não é um sinal de força, mas de fragilidade, um partido que precisa de expulsar em larga escala para se afirmar dificilmente demonstra confiança na sua própria capacidade de integrar, discutir e evoluir. A pergunta mortal, porque foram muitos militantes para outros partidos? O PSD defraudou, não ouve, só quer saber da caixinha de tantos a fazer negócios à sombra da política. Quando é que a Justiça avança? Vai defraudar de novo para sabermos que vale tudo? Não se esqueçam que isto aconteceu depois de nas anteriores internas ter evitado concorrência, arranjou um expediente para não ter oponente em eleições.
Ainda acham que ele é um "gajo" porreiro ou um ditador? No mandato dele toda a comunicação social ficou controlada! Vão somando.
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