- Os que arranjaram emprego com o PSD-M.
- Os que recebem subsídios para as suas organizações com o PSD-M.
- Os que recebem subsídios pessoais ou familiares com um jeitinho do PSD-M.
- Os elementos da oposição que têm organizações que nada fazem mas recebem subsídio com o PSD-M.
- Muita oposição que não quer ter responsabilidades mas sim um tachinho de deputado para ganhar bem e o resto que se lixe.
- Os que comem gelados com a testa e que não sabem as funções de cada organismo e que acham que a parte boa só é do Governo Regional do PSD e a má é de Lisboa.
- Natural e principalmente monopólios, concessões, dependentes dos negócios públicos com amigos no Governo ou que mandam no Governo.
- Os funcionários dos dependentes do Governo Regional.
- Uma boa parte dos funcionários públicos acumulados em 47 anos, sobretudo nestes últimos, onde não há concurso de emprego sério e pelo mérito.
- A rede de IPSS's e dos negócios da Saúde.
- Os pobres que não sabem porque o são mas sempre votaram em quem os empobrece, porque nas eleições aparecem com saquinhos, frangos, conversas e assédio.
- Por aqueles que já foram oposição mas estão silenciados, deixaram de ser forças vivas e fazem negócios com o poder e suas trupes.
- Por aqueles que só colaboram se tiverem algo em troca e isso a máquina pública concede, Governo ou Câmaras, como sendo do PSD.
- Os jornalistas, assessores e famílias, a empresa de comunicação de todos, Governo, PSD e Comunicação Social.
- Os que têm promessas pendentes. Sempre pendentes com uma "cenoura" que nunca mais acaba.
- Os que se cansaram de ser do contra porque os anos passam e há que atender à velhice em conforto.
- Da construção, toda ela, direta ou indiretamente, agradecidos por "vistas grossas".
- Estrangeiros e lusodescendentes com negócios viabilizados ou em parceria com membros do Governo.
- Os lusodescendentes e emigrantes iludidos com as simpatias e que nunca refletem porque saíram.
- Os que permitem sempre os mesmos a rodar e que matam elementos distintos, de qualidade, conhecimento, caráter e competência.
- Os resignados a uma vida com um ordenadinho sem ambições, que lhes basta todo tipo de festas e eventos, por mais estúpidos que sejam, que escondem a mágoa na bebida e os itinerários da ilha sem conhecer mais mundo.
- Os que não pensam, não têm bases ou não querem ser críticos, que confundem a Madeira com um Governo Regional providencial que afinal pouco ou nada governa para os madeirenses e que leva muito para a meia dúzia que enriquecem.
- Os que não comparam a obra de betão e alcatrão com a miserável obra social quando vamos para 40 anos de adesão à União Europeia.
- Os que ao fim de décadas ainda encontram justificações.
- Os que não gostam de ler e replicam "mentiras feitas".
- Os que têm um voto secreto mas têm uma cabeça aprisionada.
- Os que entendem a democracia e os benefícios como uma propriedade lógica e egoísta, onde antes eu do que os outros, fazendo claramente uma divisão entre os madeirenses, como se uns fossem os eleitos e os outros desprezíveis. Aqueles que infetaram a democracia e criaram a xenofobia política.
- Os que votam na Madeira com a cabeça na política, partidos e realidades de outros países, porque aceitam comparações parvas e não sabem ter sentido crítico para o que se passa na Madeira, quando o standard é a Europa.
- As gerações da iliteracia política e da mentira agradável, porque a verdade dá maçada, gera depressão e não gostam de ler, compreender e interpretar, cultivadas por 47 anos de poder anestesiante.
Enviado por Denúncia Anónima.
Quinta-feira, 22 de Junho de 2023
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