E eis que começam novamente a surgir em palco algumas figuras bem conhecidas da política regional.
À
Mas não vem sozinho. Surge também Margarida Pocinho membro da equipa de Pedro Calado, acompanhando este curioso fenómeno de reaparecimento coletivo, imagine-se a representar a região no conselho nacional de pessoas com deficiência. Parece uma comédia!
Por isso relembremos o povo madeirense do seguinte:
A Operação Ab Initio atingiu vários protagonistas políticos e empresariais ligados ao poder regional e a grandes grupos económicos que operam na Madeira.
1. Miguel Albuquerque, foi constituído arguido na investigação. O Ministério Público suspeita de crimes como corrupção passiva e prevaricação, relacionados com alegado favorecimento de interesses empresariais em decisões governativas. A investigação ao seu gabinete desencadeou uma crise política regional.
2. Avelino Farinha, líder do grupo AFA, foi um dos principais alvos da investigação, por suspeitas de corrupção e relações privilegiadas com decisores políticos em contratos e projetos públicos.
3. Custódio Correia, Empresário ligado ao setor imobiliário e turístico na região. Foi também constituído arguido no processo, no âmbito das suspeitas de relações entre interesses empresariais e decisões políticas.
4. Pedro Calado, na altura presidente da Câmara do Funchal e antigo vice-presidente do Governo Regional. Foi um dos principais arguidos da investigação, com suspeitas de crimes como corrupção passiva, prevaricação e participação económica em negócio.
Para o povo entender, um político tomar decisões que favorecem uma empresa em troca de dinheiro, favores ou benefícios; alguém usar amizades ou acesso ao poder para abrir portas, acelerar processos ou garantir decisões favoráveis a certas empresas; quando um governante toma uma decisão que sabe que é injusta ou ilegal para beneficiar alguém; um responsável público participar ou lucrar em negócios que ele próprio ajudou a decidir ou autorizar; usar um cargo público para fazer algo que algo que não devia, aproveitando a posição para beneficiar alguém ou prejudicar outros.
E no meio disto tudo, paira sempre a figura de Miguel Albuquerque, maestro de uma orquestra política que insiste em tocar a mesma partitura há demasiado tempo. Uma partitura onde também nunca falta Luís Miguel de Sousa, inimigo nº 1 do madeirense.
Já agora, uma sugestão, Miguel Albuquerque, que tal aproveitar uma boa promoção de voos para o para o Dubai? Uns dias de descanso, talvez umas compras… e uma estadia prolongada. Pode sempre levar consigo o estimado Luís Miguel de Sousa. A Madeira agradecia. E prometemos não sentir a sua falta. Vá agora. É a altura ideal.
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