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Curtas dos Perversos

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19/07/2026, 17:33:57
Os resultados dos exames chegaram tarde, em falta com alguns alunos, com notas erradas noutros. Tudo isto foi muito pior do que os factos revelados, para o ministro poder dizer que entregou a tempo e horas. Vai voltar a deitar culpas aos outros. Esta semana vai ser tenebrosa, porque ninguém confia em nada e a maioria dos alunos estão a reavaliar se pedem a reavaliação com a ajuda de muitos professores/ escolas. Espero que este ministro, depois disto acabar, e ainda falta a segunda época de exames, seja demitido a pedido do Presidente da República, porque no PSD não há honra, ninguém se demite.

20/07/2026, 2:12:34
Era para avisar ao deputado por Setúbal, mais ativo do que muitos da Madeira, de que o nosso pior secretário de sempre do Turismo, que não tem Plano de Contingência sério, também não gosta da solução do Porto Santo, o que significa que não gosta de nada nem faz nada, é uma inércia. Isto só se resolve quando as companhias começarem a desistir da rota, coisa que até os hoteleiros estão já a perceber que vai acontecer. O deputado Carlos Pereira deve pedir reunião com o nosso pior secretário de sempre no Turismo, porque vai precisar de ver para crer e para memória futura. Estão todos mais preocupados com o Golfe, o DN volta a servir para promover mais asneiras, no golfe e nos prédios de 20 pisos. Devem pensar que os golfistas tipo aviões de chineses virão de avião privado.


20/07/2026, 2:12:34 Golfe é serviço público! E a Saúde? E a Habitação? E o custo de Vida? As elites estão a gozar na cara dos madeirenses e os jornalistas embarcam na treta. 
A tentativa de classificar a prática do golfe como um "serviço público" representa um dos episódios mais grosseiros de contorcionismo propagandístico e de manipulação da opinião pública na Madeira. Sob o pretexto de "democratizar" a modalidade através da sua introdução nas escolas, as páginas dos jornais do sistema servem de folha de propaganda para branquear o verdadeiro caráter elitista e insustentável desta indústria. Enquanto a maioria dos madeirenses enfrenta uma crise sufocante na habitação, o aumento do custo de vida e a degradação dos serviços essenciais como a saúde, o poder económico e os seus veículos de comunicação tentam convencer a população de que um desporto historicamente associado a elites, à especulação imobiliária e a um consumo colossal de recursos hídricos e territoriais, numa ilha de área útil ultra-limitada, é uma missão de utilidade pública. Perversos, inverte a realidade, pega-se no dinheiro público e nos recursos de todos para subsidiar, promover e normalizar os negócios privados de meia dúzia de promotores, vendendo o privilégio de alguns como se fosse uma conquista social para o povo madeirense.



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