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Curtas e Lucros

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15/07/2026, 10:58:12 O boné da mentalização laranja. Criar um filho para fantoche do PSD.
A junta de freguesia nem tem laranja no seu brasão, mas o fanatismo é assim, até decoram os miúdos como querem, são todos do PSD. Parece os candidatos nas campanhas com o fotografo atrás, encosta, fotografa, pronto, já é mais um apoiante nas redes sociais. Política de esgoto. Houve um que mudou tudo para laranja na CMF que está à mercê da Justiça. Parece que não aprendem. Na Madeira ou é preto ou é laranja.


15/07/2026, 11:27:53
Do que tenho percebido, saem textos no Madeira Opina para levantar coelhos, eles vêm loucos com todo tipo de ameaças e depois levam com o verdadeiro prato de lentilhas com provas. Pressinto que vem algo a caminho.

15/07/2026, 12:13:29
Albuquerque quer enriquecer ou guardar dinheiro para pagar advogados milionários? Agora prédios em altura, a Nova Iorque do Atlântico. Ó homem de MADEIRA mesmo de forma leal! Prédios em altura para saírem todos para as mesmas ruas atascadas? Mesmo sistema de esgotos saturado? Consumo de água de onde? Dessalinizada. Adeus Madeira porque os madeirenses querem e não se importam. Não quero ouvir essa gente a abrir a boca quando doer. Deram mais uma oportunidade ao fugitivo, dá nisto, ele não se emenda, todas as oportunidades é para fazer pior.

15/07/2026, 13:01:44 Quando o Estado se torna o primeiro sócio do seu investimento.
Antes mesmo de abrir um negócio ou de realizar um investimento, já existe um sócio à sua espera, o Estado. E é, muitas vezes, o primeiro a receber uma parte significativa daquilo que poderia servir para lançar um projeto, criar riqueza ou gerar emprego. Recentemente, devido à falta de habitação e por ter um apartamento disponível, decidi colocá-lo no mercado de arrendamento por um valor compatível com a realidade da zona. Como faço questão de cumprir a lei, dirigi-me às Finanças para saber quais os procedimentos necessários. Foi aí que surgiu a desilusão. Logo à partida, entre impostos e encargos, o equivalente a cerca de dois meses de renda fica nas mãos do Estado. A isto junta-se o agravamento do IMI, que representa um custo adicional equivalente a mais algumas rendas, sem contar com a burocracia, as exigências administrativas e o tempo perdido para cumprir todas as obrigações. Perante esta realidade, compreende-se que muitos proprietários pensem duas vezes antes de colocar os seus imóveis no mercado de arrendamento. Quando o Estado trata quem investe como uma fonte inesgotável de receita, em vez de um parceiro na resolução do problema da habitação, acaba por criar mais obstáculos do que soluções. É caso para perguntar: vale a pena arrendar um imóvel nestas condições ou será que o próprio Estado está a incentivar muitos proprietários a deixarem as casas vazias? Se o objetivo é aumentar a oferta de habitação, então talvez esteja na altura de reduzir a carga fiscal e simplificar os processos, em vez de penalizar quem ainda está disposto a investir.
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