- https://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/30001700/miguel-albuquerque-defende-construcao-em-altura-por-toda-a-regiao.html
Adeus paisagem em benefício da ganância. Com um turismo regrado e sem vistos gold isto não era necessário, a nossa população até decresce. Tudo isto é insuflado, artificial e decadente. Isto também é o gueto dos pobres para haver espaço para moradias de milhão. Albuquerque não governa para madeirenses, e começo a acreditar que odeia a Madeira e os madeirenses apesar de iludir sempre com eles na boca, há 50 anos que é assim, falam de uns mas para beneficiar os mesmos. Albuquerque só pensa em dinheiro, por isso vai enriquecendo, só falta os filhos terem empresas como Trump e jogar nas cripto. Continuem a apoiá-lo. Os seus seguidores são iguais a ele e estão cegos a fazer mal à Madeira. Niemeyer dá voltas no caixão como a fase de enxugar de uma máquina de lavar... que até pode ser a do Albuquerque.
A
proposta de generalizar a construção em altura na Madeira toca é o novo debate que vai ser aceso na atualidade regional, o equilíbrio entre o desenvolvimento económico, a gestão do território e a coesão social. Imagino que nem todos os arranha-céus serão pretos, deverá haver alguns com cor de pobre. A secundar Albuquerque está o seu conselheiro dos campos de golfe, Miguel de Sousa, que no seu artigo de hoje que alerta que o filão está a fugir da mão: "Serão as câmaras a mandar no turismo? O PIB passou para as mãos dos municípios. Controlam mais de metade do turismo." Vai aconselhar a retirar esse poder? Já agora o do horário dos bares para ficar 24/7. O que importa a violência que decresceu, afinal os bares de madrugada fomentam brigas.
- https://www.dnoticias.pt/2026/7/14/499061-serao-as-camaras-a-mandar-no-turismo/
Não temos um crescimento harmonioso, temos um crescimento de oligarcas que mandam no Governo, que ganha o seu, como se não houvesse amanhã, destruindo tudo às gerações vindouras. Vivemos é ganância extrema com o poder em meia dúzia.
Do ponto de vista puramente técnico e de planeamento, os defensores da construção em altura assentam a sua argumentação na geografia física da Madeira. Escassez de solo plano, mas para quem? Estamos em insustentabilidade... INSUSTENTABILIDADE... não há maneira de sustentar tanta gente, o ambiente, a natureza e os recursos, muito menos as infraestruturas. Tudo passos maiores do que a perna por ganância! A ganância descobriu a sua única insustentabilidade, a Madeira, sendo uma ilha montanhosa, o solo disponível para construção é escasso e caro. A expansão horizontal consome solo agrícola e florestal precioso. Vão brincar com a pilinha! Com tantos campos de golfe não devem estar preocupados com isso! Há dias li uma publicação do MO a dizer que Albuquerque provoca ódio, estou a sentir algo que deve andar por aí, este "gajo" destrói tudo!
Concentrar a população verticalmente em zonas urbanas consolidadas teoricamente otimiza e reduz os custos de redes de água, saneamento, eletricidade, transportes públicos e recolha de resíduos, em comparação com a dispersão urbana pelas encostas. Mas tem sido assim? Os caminhos são estreitos, as infraestruturas mal se conseguem expandir, as ETARs ficam-se pelo tratamento primário, tirar sólidos, não tratam a água.
Mas o que é isto?
A imagem de marca da Madeira é a sua harmonia entre a natureza imponente e uma escala humana de construção. Torres de betão vão criar barreiras visuais, ensombrar áreas públicas e retirar a identidade estética que atrai os próprios turistas. Visto do mar o Funchal será uma "buseira de betão".
A facilitação construtiva serve apenas para alimentar o mercado imobiliário de luxo e o investimento estrangeiro, em vez de criar habitação a custos acessíveis para os residentes locais. Eles falam sempre pela Madeira e os madeirenses como engodo, e se fosse só por eles até estava equilibrado pela quantidade de pessoas que somos. Assim não! Se o mercado livre ditar as regras, as novas torres tendem a ser condomínios fechados ou apartamentos turísticos, empurrando as famílias madeirenses para as periferias mais distantes ou menos valorizadas. E chegará o dia que até isso vão cobiçar, o madeirense é para ser eliminado desta terra, AINDA NÃO NOTOU ISSO?
A concentração só é eficiente no papel, na prática, vai adensar os problemas das vias de trânsito e saneamento, fornecimento de água, os estrangulamentos serão cada vez mais graves no dia a dia da população.
O problema da construção em altura na Madeira reside na destruição da paisagem, na ausência de regras, e de salvaguardas sociais. Sem um planeamento urbano rigoroso que reserve quotas obrigatórias para habitação acessível e proteja os corredores visuais e ambientais da ilha, o crescimento vertical acelera a descaracterização da Madeira e acentua o fosso socioeconómico entre residentes e investidores.
Vão arruinar o que traz pessoas cá, o madeirense vai permitir como permite tudo, bom enterro. Eu é que não presto, espero estar cá para ver lamentos madeirenses, nesse dia devem levar umas chapadas porque não fazem nada pela sua terra com esta vampiragem, é só medo e comodismo.
Quando acabar o mandato, se fizerem de novo a lista, Albuquerque erá passado de devedor ao político mais rico do país, ainda por cima com imunidade infinita sem limite de mandatos. Jardim também esteve mais do que Salazar, com justificações de 4 em 4 anos.
Depois de abaixo o PDM está aí a verdadeira razão. Patos!
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