Os números não enganam, as estatísticas são indesmentíveis.
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Quem quiser ir na conversa não vai enxergar a poupança da elite vs o custo da sobrevivência, pois não? O saldo positivo de 18% num ano não é um sinal de prosperidade democrática, é um sintoma de estagnação social.
Os números mostram que, desde 2022, a Madeira passou de um défice para um excedente brutal. Na prática, isto significa que o dinheiro está a fugir da economia real e do consumo das famílias para ficar "estacionado" nas contas dos suspeitos do costume. Em vez de se envergonhar que é o único triste que não consegue poupar, faça-me o favor de o dizer!
Não precisamos de mais prémios, medalhas e estatísticas. A Madeira não precisa de recordes de poupança na banca, precisa de investimento nas suas gentes. O Albuquerque não governa para os madeirenses. Precisamos de uma autonomia que não se limite a ser um escudo para quem controla o capital, mas uma ferramenta que impeça que um trabalhador seja explorado por baixos salários numa terra com um custo de vida que nada tem a ver com os salários.
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