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O Jornal ECO é idóneo, mas o link enviado não é do ECO apesar de tudo o resto ter sido copiado e parecer, é uma tentativa clara de burla online e usurpação de identidade, comummente designada por SCAM.
1. O URL é o principal indicador
O jornal ECO oficial utiliza o domínio eco.sapo.pt. O URL da notícia (digital-sales-framework.one) não tem qualquer relação com a publicação original. Este é um domínio genérico registado recentemente, uma técnica clássica para alojar páginas falsas que duram pouco tempo até serem denunciadas e removidas.
- https://digital-sales-framework.one/?utm_campaign=030426-%5BPT%5D-ARTA-%201360278589235240-1-2-4-Pedro-CAT-CBO_LT&utm_source=fb&utm_placement=Facebook_Mobile_Feed&campaign_id=120240607846520172&adset_id=120240607846610172&ad_id=120240607846560172&adset_name=030426-%5BPT%5D-ARTA-%201360278589235240-1-2-4-Pedro-CAT-CBO_LT%20-1&ad_name=86c954pyc-3-2&k9=hd3i&utm_medium=paid&utm_id=120240607846520172&utm_content=120240607846560172&utm_term=120240607846610172&fbclid=IwdGRzaAQ9smZleHRuA2FlbQEwAGFkaWQBqy4yKDIITHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHmlMa1b3iUJRvpso6O6asSqdlSpTIJrVfTDuuf4HyMiVfr_wscW1xBS0c9sF_aem_cnBUM-82e_FnUMI7jKOxJA&sfnsn=mo
2. Usurpação de função e identidade
Este tipo de ataque utiliza o nome e o design de meios de comunicação credíveis (como o ECO, o Expresso ou a SIC) para transmitir uma falsa sensação de segurança. O objetivo é fazer o leitor acreditar que está a ler uma notícia legítima de um jornalista real, quando, na verdade, está numa página controlada por burlões.
3. Publicidade enganosa e "malvertising"
Os parâmetros do link (como utm_source=fb e fbclid) indicam que este site foi promovido através de anúncios pagos no Facebook/Meta. Curioso como o Facebook/Meta ataca tanta gente idóneo instrumentalizada por malfeitores e até faz publicidade aos mesmos. Portanto, pagando pode-se fazer tudo.
O que se passa com este SCAM?
Como funciona: os atacantes compram publicidade nas redes sociais.
O "isco": geralmente usam figuras públicas portuguesas conhecidas ou histórias de "enriquecimento rápido" para atrair o clique.
A finalidade: roubar dados de cartões de crédito, convencer as vítimas a investir em plataformas de criptomoedas falsas ou obter dados pessoais para phishing.
4. Como se proteger
Embora pareça uma notícia, o que viu é uma agressão financeira e digital. Recomendamos os seguintes passos:
Não forneça dados: nunca introduza nomes, e-mails ou dados bancários em sites cujo domínio (URL) não seja o oficial da marca.
Verifique o "cadeado": embora muitos sites de burla hoje em dia usem HTTPS (o cadeado), isso apenas significa que a ligação é segura, não que o proprietário do site é honesto. O mais importante é sempre o nome do domínio.
Denuncie: se viu isto num anúncio no Facebook, utilize a ferramenta de denúncia da própria rede social para "Fraude ou Burla".
O jornal ECO é, de facto, um meio idóneo, mas neste caso, o seu nome está a ser usado indevidamente por terceiros para dar credibilidade a um esquema fraudulento.
Nota: na Madeira existe uma usurpação de função e identidade há muito tempo e ninguém, nem jornalistas, nem partido envolvido nem autoridades se mexem, uma vergonha e um indício de como isto anda tudo "controlado". O que pretendem é passar os likes de um órgão de comunicação social para a posse de um partido.
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