Type Here to Get Search Results !
A sintonizar estações...

Vem aí a crise e o erro da monocultura do turismo de massas.

Moderação 0


Se o problema é combustível, ir para a Madeira dar voltas no céu com a inoperacionalidade e arriscar a voltar para trás sem cumprir com os objetivos do voo torna o destino descartável. Como não há plano de contingência sério e ir para o Porto Santo para vir por via marítima é solução descartada por Eduardo Jesus, está aí o resultado do pior secretário do turismo de sempre!

P

elo menos 3 das mais importantes low-cost para a Madeira estão a reagir à crise de combustível e isso já está a ter impacto nas férias marcadas. No Reino Unido, e não só, há notícias que alertam para a crescente preocupação dos viajantes britânicos e europeus relativamente aos seus planos de férias, devido a uma crise no fornecimento e no preço do combustível para aviação (jet fuel).

Estes receios fazem-se notar com factos!

Os passageiros da Jet2 relatam preocupação porque recebem avisos de que os seus documentos de viagem são enviados apenas 14 dias antes da partida, em vez dos habituais 28 dias. A easyJet já registou um aumento de 25 milhões de libras nos custos de combustível apenas em março. Embora a companhia tenha liquidez, os passageiros que ainda não reservaram os seus bilhetes devem esperar preços mais altos. Na Ryanair será "de repente".

A instabilidade no Médio Oriente e a interrupção de rotas marítimas cruciais (como o Estreito de Ormuz) estão a duplicar os custos do combustível, que representa cerca de um terço dos gastos operacionais das companhias. O errante Trump não ajuda em nada na gestão das companhias se, ele próprio, não sabe gerir uma guerra.

As companhias afirmam que as operações continuam normais para já, mas os passageiros veem mudanças no tratamento das reservas e há avisos de que algumas rotas podem deixar de ser "economicamente viáveis" (Funchal é uma delas), podendo levar a cancelamentos se a oferta de combustível baixar drasticamente.

Claramente, reflete a política errada de Eduardo Jesus em não atender com uma solução de vazão de passageiros na inoperacionalidade via Porto Santo. Os entendidos passam muito tempo a avisar, agora temos factos da sensibilidade das companhias áreas em relação ao destino Madeira. Problemático, consumo de combustível imprevisível bem como a operação.

As companhias aéreas (através da Airlines UK) estão a pressionar o governo para implementar um plano de emergência, que inclua a garantia de mantimentos e a flexibilização de regras de utilização de combustíveis alternativos. Uma situação que copia o modelo da Neerlandesa KLM (com projecto implementado de aproveitamento de óleos de frituras) que ainda assim cortou já cortou voos programados.

Os turistas para a Madeira, podem contar com incertezas (para já), com passagens mais caras (acaba a folia low cost) e devem ficar atentos fique a possíveis alterações de horários ou confirmações de voo mais tardias. Com sorte. Podem ser cancelados com antecedência e não há compensação, para além de poder ficar com dinheiro pendurado em reservas de alojamento consoante o plano que aderiu.

Enviar um comentário

0 Comentários
* Sujeito a moderação. Seja cordial, educado e não faça spam.