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Curtas e Arrogâncias

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21/07/2026, 8:04:52 R.I.R. ... Reagir Incluir Reciclar
Roma paga a traidores, todo um exemplo de como deixar de plantar bananeiras nos buracos das estradas e agora já não os ver, ao lado da câmara, mesmo que ainda haja mais buracos. Como uma promoção e um afago faz a vida parecer um cruzeiro das mil e uma noites. Mais um transformista da oposição, agora sim no caminho certo. A foto não é um elogio, a Presidente mata definitivamente de bandeja. O galardoado ainda não sabe se vestir para as ocasiões? Deve ter sido pela oratória.

21/07/2026, 10:16:06
Élia Ascensão parece sofrer da mesma doença da Célia Pessegueiro: julgam-se as últimas bolachas do pacote e a sede desmesurada de poder é visível a quem sabe ler as pessoas. O teatro, a birra para ser candidata já devia ter sido um alerta para o partido, que cedeu à turra da menina. O partido estava a assinar o seu fim e não percebeu: o peito cheio de si, a arrogância, a certeza quanto tido é incerto mostra bem que tipo de personalidade estava ali. Exatamente como Célia Pessegueiro. Tinha a certeza que ia voltar a ser eleita, mas esqueceu-se que existe algo chamado passa a palavra. O tratamento dado a alguns munícipes, de sorriso pela frente e o maldizer por detrás, o tratamento dado aos funcionários, tratando-os como filhos e enteados, o usar e depois descartar não ficaram sem resposta nas urnas. Élia e Célia, que até rimam no nome, serão os carrascos dos respectivos partidos. O partido da maioria, que também não é santo e tem os seus arguidos, ao menos tem algo que para o eleitorado é o que vale: escondem bem a arrogância e falam para o povo e com o povo. O que se depreende destes casos é que, até podem ser boas pessoas, mas o poder, nem que seja ter a chave da casa de banho, mexe com a personalidade e traz ao de cima o seu pior: arrogância, aldrabice, mentira, abuso de poder. Parabéns JPP pela lição aos outros partidos: no melhor pano cai a nódoa e esta vai ser difícil de tirar.

21/07/2026, 11:02:28 Nem sempre a velhice é um posto.
Na fusão que se fala pela calada, e que os jornalistas não sonham, parece-me que já está decido quem será a base do "negócio", nem sempre a idade é um posto, sobretudo quando se acha que não se dar ao respeito e prestar total vassalagem é uma garantia. Na política não se querem fracos. Há equipas pornograficamente grandes para o que se produz, descrédito e falência. Por aí começa o corte, porque não há dinheiro que aguente este player. O jornalismo é um sumidouro e os gestores querem dinheiro disponível para o jogo do Win-Win em que todos enriquecem. O jornalismo sem idoneidade não vale nada, o poder já viu isso, o interessante é que quem queimou quer apagar a falha. Entretanto, todo um circuito de substituição está a ser criado, e o corno é sempre o último a saber. De certa forma é bem feito, cinismo com cinismo se paga. Quando começarem a sentir afastamentos é o sinal.

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