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O recente caso de Santa Cruz envolvendo alegados benefícios em concurso de preenchimento de vagas para trabalhadores na Câmara de Santa Cruz, trouxe ao de cima Élia Ascensão, enquanto responsável máximo da Autarquia. E é assim que deve ser. Os cargos públicos trazem estas “chatices”. O JM tem feito eco dessa questão sempre com uma imagem da autarca.
Por outro lado, no caso da mediática Operação Zarco, que culminou na detenção de três importantes personagens públicas regionais, dois empresários e o à data Presidente da Câmara do Funchal, Pedro Calado, fazendo uma ronda pelas capas correspondentes a essas datas há uma personagem que não aparece. Onde está o Wally?
Pois é, neste caso o critério do JM foi proteger a imagem do “príncipe Calado”, num caso com contornos muito mais sumarentos que o eventual benefício de candidatos a emprego na Câmara de Santa Cruz. Prima pela ausência o agora reabilitado Calado.
O que é evidente é a vontade maior com este caso de atingir o JPP, o partido que lidera a oposição regional e que mais incomoda o “aparachick” regional. Os cães ladram, a caravana passa.
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