C
Mais uma vez, as Pesca são faladas, por problemas que ninguém resolve. Reuniões intermináveis, discursos vazios, promessas que se repetem e, no fim, quem sofre são os pescadores, os funcionários, e todos nós. É impossível não sentir indignação. Francisco Gomes alertou: há falhas persistentes na gestão, decisões atrasadas, falta de articulação. São palavras que todos conhecemos. Mas por que continuam a ecoar sem resultado? Fala-se em contexto nacional e europeu, como se isso resolvesse a vida de quem sai para o mar todos os dias. Não resolve. Nunca resolveu. E pior: entidades que deveriam ser independentes, aproximam-se de partidos, ainda que digam o contrário. A mensagem é clara: a política interfere onde não deveria.
Quem deveria defender os pescadores, às vezes parece defender interesses políticos. E nós, cidadãos, não podemos aceitar isso. Francisco Gomes conclui exigindo uma “mudança imediata de atitude por parte da Direção Regional das Pescas”, defendendo que o setor “precisa de respeito, investimento e verdade”, e garantindo que o seu partido “continuará a dar voz aos pescadores e trabalhadores que hoje se sentem abandonados e silenciados”. A paciência acabou. Não podemos mais assistir à política de promessas repetidas, discursos vazios e decisões que nunca chegam.
As Pescas da Madeira são um espelho da nossa política, incapacidade de agir, falta de liderança, interesse partidário acima do setor. Como cidadão, exijo mais. Exijo ação. Exijo soluções concretas. É hora de os políticos deixarem de falar e começarem a fazer. Porque a paciência dos pescadores, de funcionários, e de todos nós, tem limites.
Envie texto ou siga-nos nas redes sociais:


Regras e Diretrizes da Comunidade
1: Não publique e-mail ou qualquer tipo de informação pessoal.
2: Não publique links do seu próprio blog/site.
3: Não faça spam, respeite.
4: Para Ajuda e Suporte, utilize o formulário de Contato.