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Esta situação está na sequência de outras onde o madeirense é excomungado da sua terra, para tornar estrangeiros os mais beneficiários das políticas dos eleitos por madeirenses. Afastar os madeirenses do seu aeroporto é exatamente igual à forma como Eduardo Jesus afasta os madeirenses dos trilhos e levadas, ou da maneira como gere o subsídio social de mobilidade (que bem dizem ser para ricos). Mas também, como Amílcar Gonçalves, com o preço da água, quer impor aos madeirenses uma poupança de água para o lazer dos estrangeiros em piscinas e golfe. Naturalmente, sou pelo uso racional e eficiente da água, mas não aceito a perseguição aos madeirenses para, novamente, os estrangeiros não terem qualquer limite. A situação do aeroporto também se compara ao serviço de Saúde na Madeira, quer se privatizar para esvaziar o público e por o madeirense a pagar, como os estrangeiros com seguros, mas o que acontece é que a mão de obra da imigração, devido a um modelo económico ruinoso, atasca as urgências, juntando-se aos estrangeiros que não querem pagar e os "nativos", os madeirenses. Um parêntesis, é caricato um hospital novo mais pequeno do que o atual, é que a população, neste contexto, de "eliminação" dos madeirenses, das suas vivências na sua terra e do caminho de "genocídio" que fará a população decrescer para metade ao fim de algumas décadas, não vai diminuir.
Os governantes estão conscientes de como nasce a vingança e a apetência para os extremismos?
Se CMSC quer ser diferente e enaltecer outro partido, enquanto tem poder, deve comprar um terreno disponível junto ao aeroporto, contíguo aos estacionamentos do mesmo, numa área da EEM e de um outro terreno extenso com erva, para criar uma infraestrutura com estacionamentos. Os mesmos devem dar o exemplo com painéis solares, sombra e energia, e vender a energia para obter mais receita (subsidiar o preço), que até poderia ser para a resiliência energética do aeroporto, do qual ninguém fala nem sabe. Também não deve impermeabilizar com asfalto, como fizeram nos estacionamentos do aeroporto, é que devem dar o exemplo em relação ao que exigem aos privados pequenos.
Para a Presidente da Câmara: espero que a sua popularidade na comunicação social, aquela que só permite aos homologados do regime poderem ir um pouco mais além, não seja sintoma de compactuar com as narrativas num clima de boa vizinhança. É porque se for, esta ideia acabará no caixote do lixo. Lembre-se com os votos de quem é eleita.
O meu texto pode parecer truculento, mas é de boa fé e com verdades. O madeirense está a ficar farto, os partidos democráticos que se deixem de governar para estrangeiros, lóbis e clientelas.
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