16/02/2026, 20:38:03
Publiquem isto por favor. É oficial. Vejo notícias com erros.
Incidente: TAP A20N em Praga em 17 de janeiro de 2026, desceu abaixo da altitude mínima de segurança na aproximação.
Um Airbus A320-200N da TAP Air Portugal, matrícula CS-TVG, realizando o voo TP-1240 de Lisboa (Portugal) para Praga (República Tcheca), estava na aproximação final para a pista 06 de Praga, a cerca de 17 milhas náuticas da cabeceira da pista, quando a aeronave, que até então mantinha 4.000 pés, iniciou uma descida acentuada para cerca de 2.600 pés MSL (compensada pela pressão ambiente, 2.425 pés de acordo com o transponder ADS-B), com a elevação do solo naquele ponto sendo de 481 metros (1.577 pés MSL) ou cerca de 1.000 pés AGL, muito abaixo do mínimo. A aeronave estava em altitude segura (3600 pés MSL) antes de a tripulação iniciar uma subida íngreme para cerca de 5200 pés MSL, entrar em uma curva de 360 graus à esquerda, nivelar novamente a 4000 pés MSL e continuar a aproximação a partir de 4000 pés MSL para um pouso seguro cerca de 11 minutos após a descida prematura.
A aeronave partiu para o voo de retorno no horário previsto.

17/02/2026, 1:14:39
E não é que o Governo Regional desistiu oficialmente da polémica pavimentação do Caminho das Ginjas?! O GR não costuma desistir desta forma, ainda por cima com as bocas de Albuquerque na inauguração da renovação de um hotel em São Vicente, lembram-se? 11,7 milhões de euros, pretendiam intervir em plena Floresta Laurissilva sob o pretexto de prevenção de incêndios. Estradas no meio da Laurissilva? Que precedente. A decisão em Conselho de Governo foi inicialmente omitida das deliberações públicas, houve vergonha. Depois de anos de contestação popular, entraves jurídicos e providências cautelares que paralisaram o concurso, o GR estatela-se. Justifica agora o recuo com a necessidade de salvaguardar a "racionalidade da despesa pública" e a coerência territorial, optando por canalizar fundos europeus para uma estratégia de proteção florestal mais abrangente em toda a ilha, em vez de insistir numa obra que se tornou um símbolo de resistência ambiental e de crítica à validade dos estudos de impacto ambiental realizados à medida dos interesses políticos. Valeu a pena heróis! Parabéns a quem se manteve hirto na luta.
17/02/2026, 1:14:39
O que se passa? É 1 de abril? Até custa a acreditar. A Madeira enfrenta uma razia ambiental por asfixia jurídica e riscos no financiamento europeu, calro que mais forte do que por convicção ecológica. Bravo lutadores, que estas notícias entusiasmem a malta. Em simultâneo temos as Ginjas e com graves denúncias de extração ilegal de inertes na Ribeira da Metade, a razia chegou a em Santana. A gestão territorial est+a sob suspeita, a proteção do património da UNESCO só parece ser levada a sério quando surgem embargos ou queixas internacionais, força heróis! Digam-me, como se fazem estes licenciamentos e qual a eficácia da fiscalização que deveria proteger a nossa galinha dos ovos de ouro?
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