- Estes serão os grampados e multados de amanhã de manhã, turistas que imitaram os católicos que foram à Igreja do Colégio.
M
uitos de nós assistimos pela comunicação social a uns carros grampeados pela Polícia numa segunda-feira, dia 2 de fevereiro, estacionados sobre o Largo do Município defronte à Igreja do Colégio. Muito bem!
Quando vi a publicação do Madeira Opina, já me palpitava de que os carros tinham pernoitado na Praça e eram estrangeiros que, por imitação, estacionaram tranquilamente e foram descansar na noite anterior. Em Roma sê romano.
- Os sinais de trânsito são iguais para estrangeiros e fiéis!
- https://www.madeiraopina.com/2026/02/os-sinais-de-transito-sao-iguais-para.html
Neste fim de semana percebi mais sobre este assunto. Ao fim da tarde de Sábado houve missa na Igreja do Colégio, o estacionamento selvagem regressou mesmo de dia, e penso que estava mais preenchido porque passei já depois da missa.
Esta noite a situação repete-se, e também não passei no auge da missa. E aposto no Placard que amanhã de manhã vai haver mais carros de turistas grampeados, a menos que a demonstração da imposição da lei tenha dias sim e dias não.
Vamos lá ver uma coisa, eu que não suporto rent-a-cars porque infestam a Madeira de trânsito, na lógica de um turista um carro, tenho que ser justo, porque é que os desinformados turistas e respectivas rent-a-cars vão pagar multa? Eu sei que estas empresas de aluguer de carros agora andam mais discretas devido à hostilização de muitos madeirenses, mas poderiam aumentar o disfarce colocando um Terço pendurado no retrovisor. É que os religiosos e a Igreja do Colégio são um assunto à parte.
Também se começa a perceber o porquê do padre do "Colégio" ter sido um fervoroso crente num parque de estacionamento em profundidade no Largo do Município (recuso-me a chamar do Colégio), o famoso "Calado Park", quando ainda infernizava no ativo. Com certeza não se importava de abanar os prédios classificados, inclusive o seu, desde que tivesse um estacionamento. Vá lá se saber se com um túnel para o religioso sair pelo confessionário, tal como um monopolista sonhava outro para o prédio que um dia será hotel, na "resortificação" do Funchal.
Os estacionamentos sobre o Largo do Município se estão certos para religiosos, tem que levar umas placas a informar de tal a tal horas, dias da semana, etc, estacionamento reservado a religiosos com cartão de fiel da Igreja, carimbado e assinado pelo padre do Colégio.
As rent-a-cars que mandem para Tribunal as suas continhas para perceber a dualidade de critérios, porque ainda não estão lá as placas!

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