Temos novidades depois da minha exposição, mas poucas.
E
Agora o foco da investigação desloca-se agora para os registos de hotéis ou alojamentos locais. Alguém, em algum lado, terá de notar a falta de uma hóspede que não fez o check-out ou que deixou os pertences no quarto.
A PJ indica que não há indícios de crime nem nada no corpo (ou local) que aponte para violência. "Não há nada no corpo da vítima". Isto geralmente significa que a pessoa poderia estar a nadar ou que caiu de uma embarcação sem documentos ou objetos pessoais.
Se não havia registo de desaparecimento em navios de cruzeiro ou embarcações marítimo-turísticas nas últimas 48 horas, como é que uma turista aparece a flutuar a sul das Desertas? O Diretor da PJ menciona a hipótese de "algum descuido" ou "queda". Poderá ter sido uma queda de uma embarcação de recreio privada (um veleiro estrangeiro de passagem, por exemplo) que não reportou o incidente imediatamente? Ou, mais raramente, uma queda de uma zona costeira da ilha da Madeira em que as correntes, muito fortes no fim de semana, arrastaram o corpo para a zona das Desertas?
Alguém não deu por falta. Só faltava ser uma turista sozinha de tenda. O mistério prossegue, que grande volta deu o corpo.
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