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Para teres casa, vota no PSD Madeira.

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Esta é a ilha do PIB dos amigos, a ilha do esforço impossível para o cidadão comum, o Funchal está no topo do sufoco. Para teres casa vota no PSD Madeira.

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 notícia de hoje no JM-Madeira traz dados que deveriam envergonhar qualquer governante, mas não o Miguel do PIB. Enquanto se fala em crescimento e robustez económica, a realidade dos números é fulminante contra os madeirenses, escravos de um modelo económico.

Taxa de esforço no Funchal já ultrapassa os 100% (mais precisamente 103%). Isto significa que, teoricamente, uma família média precisa de mais do que o seu rendimento total apenas para pagar a casa. O Funchal é a segunda capital de distrito mais cara do país para comprar casa, ficando apenas atrás de Lisboa (113%) e superando cidades como Faro. No mercado de aluguer, o Funchal detém o título ingrato de ter a taxa de esforço mais elevada de Portugal (93%), batendo inclusivamente Lisboa e Faro neste indicador de sobrevivência mensal. Para comprar uma casa no Funchal, são necessários, em média, 27 anos de salário integral, um valor surreal face à média nacional de 70% de esforço financeiro no último trimestre de 2025.

Para teres casa vota no PSD Madeira.

O PIB do Miguel é uma miragem para o cidadão comum. É um Produto Interno Bruto que circula nos circuitos fechados das grandes obras, do betão e dos grupos económicos que gravitam em torno do poder. Quando voltar a abrir a boca para mostrar este desenvolvimento o que teremos? Um povo calado? Impressionante isto. O Miguel já sabe que pode prevaricar e ser acusado do que quiserem que o pessoal perdoa. Ele pode escravizar a população com um modelo económico que gera pobres com hotelaria (massificação), obras e pouco mais. El sabe que pode reduzir os rendimentos a escombros que a população parece que tornou isto num jogo onde o último a ser mais estúpido ganha.

O que estamos a ver, na prática, significa que o rendimento das famílias madeirenses não acompanha o custo de vida artificialmente inflacionado. O "sucesso" económico da governação regional não chega aos bolsos de quem trabalha, fica retido nas mãos dos "amigos" do costume, enquanto o povo é empurrado para fora da sua própria cidade, incapaz de competir com um mercado imobiliário que já não é para madeirenses, mas para especuladores. O PIB cresce, mas a dignidade de ter um teto desaparece.

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