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1- Nenhum assistente social da Região Autónoma da Madeira, com quotas pagas, recebeu convite para estar presente na audição destes profissionais, realizado no dia 31 de março, ao final da tarde. Receberam sim, uma newsletter que ninguém abre e que é enviada massivamente para todos os membros em todo o País, que ninguém se dá à maçada de ler;
2- Nenhum dos assistentes sociais da RAM foi informado do Programa de visitas da sua Ordem, a não ser pela Comunicação Social;
3- Nenhum dos assistentes sociais sabe como é que a comitiva da Ordem teve acesso a informação privilegiada para organizar e estabelecer prioridades na escolha das visitas que determinaram realizar, quer às entidades públicas, quer à União das IPSS, quer com o Reitor da Universidade;
4- os assistentes sociais da Madeira, sublinhe-se, só foram ouvidos após a comitiva da Ordem ter feito as suas visitas institucionais quando, obviamente, deveriam ter sido auscultados em primeira mãos os assistentes sociais da Madeira para exatamente transmitirem conhecimento de tudo o que se passa com estes profissionais e na classe;
5- Como foi possível à comitiva da Ordem dos Assistentes Sociais falar de assuntos com a Secretária da Saúde, com a Secretária da Inclusão, com a União das IPSS, com o Reitor da Universidade, sem antes ter-se reunido com os assistentes sociais?
6- os assistentes sociais da Madeira, com quotas pagas, foram apanhados todos de surpresa por terem sido ignorados e desprezados;
7- entendo, com tudo isto, que alguém está a fazer aproveitamento político com a Ordem e, ao mesmo tempo, agindo com ambições pessoais;
8- é muito errado a Presidente da Ordem ouvir apenas duas assistentes sociais com fortes ligações a partidos políticos, uma do JPP e outra do PSD, esta última, pouco PSD, desde que perdeu os tachos das nomeações políticas;
9- sendo estas duas personalidades representativas de um cavalo de Tróia que pretende abrir um Curso de Serviço Social, e trazendo para lecionar mais JPPs doutoradas;
10- não acho que os assistente sociais da Madeira, com quotas pagas, tenham ficado satisfeitos com tudo isto, muito menos em ver onde gastam o seu dinheiro;
11- fica a Ordem informada que um grupo de assistentes sociais sabe da intenção de integrarem na Ordem licenciados em Ciências Sociais, minor em Serviço Social, e que, se tal acontecer, têm preparado uma Providência Cautelar, bem como a entrada na Assembleia da República de uma discussão sobre a atuação desta Ordem que tem sido frequentemente de caráter político! A ideia é ser apresentado o dossier ao Chega, que sempre teve razão: as Ordens Profissionais deviam desaparecer porque são sorvedouras de dinheiro dos seus membros e atuam com objetivos políticos.
Cumprimentos.
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