Façam chegar isto ao cocas por favor, que anda sempre a falar em PIB e riqueza na ilhota dos ignorantes. Artigo copiado de uma página do Facebook:
“É a economia, estúpido!
Já perdi a conta dos debates sobre o PIB que tive. E sobre a perdição que foi para o meu estatuto moral fazer finca pé sobre esta questão. Nos dias que correm um especialista é um gajo com certezas e "soluções". Ter dúvidas, questionar ou desafiar certezas não é matéria de especialistas. Estes sabem, concretizam e apresentam "soluções". Não duvidam das receitas ou fórmulas que estão a vender.
Para mim, parece evidente e flagrante que o Produto Interno Bruto, mesmo a preços constantes, isto é, real, é uma má medida para entender o desempenho da economia. E dizer que é uma medida má já é um favor que se faz à escolástica económica. Porque o adjectivo correcto é superlativo. O PIB é péssimo para entender a realidade económica.
Não diz rigorosamente nada sobre os problemas estruturais da sociedade. O PIB não diz nada sobre habitação ou qualidade de vida, por exemplo. Também não diz nada sobre o tecido empresarial. Não diz nada sobre soberania alimentar ou soberania energética ou hídrica. Não diz nada sobre a dependência face ao exterior. Nem sequer fala dos dilemas do endividamento público e privado.
É um indicador duvidoso. E é um exemplo clarividente da Lei de Goodhart.
“Quando uma medida se torna um objetivo, deixa de ser uma boa medida.”
M
Atacar esta escola é heresia em Portugal. Não é um ato revolucionário. É heresia punida com exclusão e ostracismo. Há já um grande descaso entre a população e os keynesianos. Estes olham para os números e parece estar tudo a funcionar. As populações dizem que nada parece estar a funcionar. Em que ficamos?
A resposta é simples. E não é uma panaceia ideológica qualquer (que não é mais que ruído). É preciso mudar o paradigma e mudar por completo os instrumentos que medem o crescimento e desenvolvimento económicos. Em vez de ter uma teoria que só serve a ideologia estatista.“
O Turismo cria emprego? Sem dúvida nenhuma. Olhemos para o emprego que o turismo cria: mais de 40% dos trabalhadores do sector do turismo recebem o salário mínimo. Não há nenhum outro sector de actividade económica em Portugal em que isto aconteça.
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