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Importa esclarecer que a alteração efetuada na porta visou, acima de tudo, salvaguardar a segurança dos fiéis, uma vez que diversas pessoas ali tropeçavam e sofriam quedas. Tratou-se, portanto, de uma decisão pautada pela prudência, pelo discernimento e por uma legítima preocupação pastoral.
Cumpre igualmente reconhecer que o Sr. Cônego Marcos tem demonstrado elevada sensatez, dedicação e um admirável zelo pela dignificação da Sé do Funchal, merecendo, por isso, o apreço e a concordância de uma vasta maioria da comunidade.
É, porém, profundamente lamentável assistir às constantes investidas de certas vozes minoritárias, movidas mais por um espírito de contestação crónica e protagonismo estéril do que por verdadeira preocupação pela Igreja ou pelos fiéis. Muitos desses críticos aparentam viver desligados da realidade quotidiana da comunidade, preferindo alimentar polémicas artificiais e juízos precipitados em vez de reconhecerem o mérito de quem efetivamente trabalha em prol do bem comum.
A Catedral do Funchal merece elevação, ponderação e espírito de comunhão — jamais maledicência, intriga ou querelas infundadas promovidas por quem parece encontrar na crítica incessante a sua única forma de afirmação.
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