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O partido ladrão de terrenos. O PSD é o partido dos proprietários, do que é seu e dos outros, do alheio por usucapião (que a Madeira bem conhece), é o partido dos patrões (é ver o pacote laboral), mais do que qualquer outro é o partido das máfias corporativas, da Maçonaria, dos esquemas de subsidiação e depois diz mal deles. O PSD é o partido que "compra" pessoas, o partido da insensibilidade social, que não nivela pela classe média mas sim das assimetrias de ricos mais ricos e pobres mais pobres. Eu não sou comunista, sou social democrata, mas não sou do PSD, eu abomino o PSD. É um partido minado, sem interesse na população, mentiroso até dizer chega para levar o voto. Cá está ele. A Maria Luís Albuquerque quer usar o dinheiro da segurança social e poupanças das pessoas para jogar na bolsa, ou seja, disponibilizar aos bancos para os mesmos enriquecerem mais com o dinheiro dos outros e um dia, como já aconteceu, com tanta ganância o dinheiro é perdido. Sempre a mesma receita. Agora o Montenegro quer ficar com os terrenos das pessoas, o bandalho que esconde as contas dos partidos, a máfia perfeita. Bandalho, deixa de cobiçar o bem alheio e trata de Governar para trazer mais rendimentos às pessoas. Como te odeio pelo teu cinismo de gatuno de colarinho branco, primeiro queres tirar rendimentos com o pacote laboral e agora os bens das pessoas. Montenegro é a extrema-direita, dá cabo da social democracia mas para roubar o alheio é comunista. Com que então o Estado ficar com os terrenos para não haver deles abandonados e assim evitar incêndios. Quem mais tem terrenos por limpar que não o Estado? És um ladrão. Trabalha para o rendimento das pessoas e não para exterminá-las bandido. Quantas terras com dono existem por aí mas com leis feitas para roubar por usucapião? Hoje em dia há situações em que um estranho da máfia do PSD legaliza mais rápido um terreno de outrem do que a própria família. Montenegro, vai haver tiros, não é só na América, escreve, isto é cinismo até ao osso! Já vivemos numa ilha assim!
Para quem não sabe, Albuquerque sabe bem com o povo que lida e fechou o círculo da informação. O objectivo dele é dar entretenimento, ele próprio um ser querido da culinária, o acumulador de participações sentidas, e aquele abraço terno de um vadio que chegou ao estrelato do show off. Nada mais do que fazer crescer os eventos para os amigos se pavonearem com clássicos, o desfile de vestidos exclusivo do jet7, enquanto o povo paga os fatos para sair na Festa da Flor. É justo, o governante num mandato passa de devedor a rico e o povinho mantém-se cada vez mais pobre. Que fantástico negócio que só gente entretida consegue não consegue ver. Dá-lhes entretenimento Senhor, Circo, Bolos, Música, e coisas fantásticas para scroll e zapping. É uma tristeza prolongar o déficit e a mediocridade. Todos precisam de perceber que o espaço temporal de Albuquerque na política é até a sua permanência no poder. Se tudo estiver errado e rebentar nas mãos de outro melhor. Ele está no poder para fingir para aguentar poder para realizar a sua agenda pessoal. Por cada falha clara ele desvaloriza, atribui culpas a outros, cria o seu circo de distração. Cabe aos madeirenses não se deixarem levar. Parece que não, mas isto é como nas campanha, depois de cair o voto vemos os mentirosos. As mazelas da governação errática vão aparecer quando Albuquerque não precisar mais de fingir. Nesse momento não adianta acusar com o mal feito nem deitar culpas ao que vem a seguir, foi a população que permitiu.
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