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Curtas e Pancadaria

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21/07/2026, 23:12:02
Amigos, a pancadaria deve ser guardada para o indivíduo que enche a Madeira de carros de uma forma insuportável. Guardem as energias, para usar no verdadeiro culpado das pessoas andarem stressadas. A Madeira é um barril de pólvora, a terra do stress, da injustiça, das doenças mentais e do burning out. Arranjem um saco de boxe para aliviar o stress, de preferência no "clássico".

22/07/2026, 2:28:14 O colega de escola prepara mais uma dádiva ao monopolista?
Sob o vistoso pretexto da inovação, da transição digital e da modernização da "economia azul", a injeção anunciada de mais de 84 milhões de euros públicos para a criação do "Hub Tecnológico Marítimo-Portuário da Madeira" deixa no ar a incómoda suspeita de estarmos perante mais uma jogada perfeitamente ensaiada de despesismo com o erário público, financiam-se infraestruturas dispendiosas, navios de investigação e equipamentos de ponta com o dinheiro dos contribuintes para que, no final da festa e depois de limpa a conta pelo Estado, todo este ecossistema de modernização e eficiência sirva em bandeja de ouro para alavancar a rentabilidade, reduzir os custos operacionais e consolidar o domínio absoluto do suspeito do costume, o concessionário e monopolista privado que opera o setor portuário na Região.

22/07/2026, 3:07:38
Estou satisfeito por ver a justiça, finalmente, a repor a verdade e a travar manobras de apropriação indevida de património. O acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a decisão da Comarca da Madeira e reverteu um esquema ilegal que tentava despojar legítimos herdeiros do seu terreno do Lombo de Baixo no Faial. Terrenos no Faial é coisa perigosa nos nossos dias. Ficou provado que o "artista" alegado "proprietário" apenas permanecia na casa ocasionalmente quando visitava a Madeira. Veio à Madeira dos esquemas se encher. O tribunal declarou sem efeito a escritura de justificação e a posterior escritura de compra e venda, ordenou o cancelamento dos registos e determinou que o terreno regressasse à herança familiar. Fica ainda um aviso claro fixado pela Justiça, quem recorre a escrituras de justificação notarial tem de provar em tribunal que o que declarou é verdade, não bastando invocar a posse no papel. Que esta decisão sirva de precedente para travar tantos outros abusos e esquemas imobiliários que proliferam pela Região.

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