https://www.jm-madeira.pt/not%C3%ADcias/regi-o/30002235/albuquerque-contra-xenofobia-e-racismo.html
Um ganancioso usa os madeirenses, que têm olhos abertos, para culpar de xenofobia e racismo quando ele expulsa madeirenses da sua terra através do custo de vida e vencimentos, tudo para tratar da vidinha de meia dúzia. Perante esta injustiça e desgoverno, o desfocado da realidade arranja sempre culpados. Albuquerque que se entregue à Justiça!
A
Albuquerque fala em acolhimento e dignidade, mas a sua práxis política tem sido pautada pelo mais profundo sectarismo social e económico! Albuquerque brinca com a pilinha, mas com os madeirenses não!
Criou-se uma Madeira a duas velocidades. De um lado, os militantes do partido, o turismo de luxo, os grandes investidores e os "amigos da casa". Do outro, os madeirenses comuns, empurrados para a periferia da sua própria terra, quando não despachados para fora porque é impossível viver com este custo de vida e estes vencimentos.
Quem divide os cidadãos entre os que "são do regime" e os que "não têm dinheiro" é quem detém o poder executivo há anos. 50 anos, isto é uma lata que fere e cria mais um sentimento negativo, o ódio por causa da perversão, o cinismo, a hipocrisia a insolência. Albuquerque é deveras mauzinho polido. Foi ele que extinguiu a comunicação social livre para dizer estas barbaridades livremente. A fratura social na Madeira não começou na rua, começou nos gabinetes oficiais.
A narrativa da "imigração controlada e digna" esbarra estrondosamente na realidade diária que o Governo Regional preferiu alimentar para servir o patronato local. É mentira! Está descontrolada, a mudar a estrutura social, a confrontar culturas de uma forma brutal. É ir ao domingo à tarde à marginal ...
Ao tornar o custo de vida e o acesso à habitação incomportáveis para a classe trabalhadora madeirense, empurraram-se os jovens e as famílias para fora da ilha. Na Madeira temos Inverno Demográfico, incapacidade de fixar jovens (já mentalizados para emigrar), não nasce porque não há dinheiro para cuidar de filhos.
A porta aberta à imigração desregulada não serviu propósitos humanitários, mas sim o fornecimento de mão de obra barata para a hotelaria e construção. Permitir que 10 a 15 pessoas vivam amontoadas em casas a pagar 200€ à cabeça, um valor acumulado inviável para qualquer família local competir, não é dignidade humana; é precarização institucionalizada. E ninguém fiscaliza! É destruir as famílias madeirenses. É a exploração como modelo de negócio e desprezo por boa parte dos madeirenses, que não vão estar para votar e mudar porque passaram a desprezar uma ilha de corrupção que os afastou. O jovem está muito diferente, não terá saudosismos, antes leva os pais daqui para fora para terem melhor saúde na Europa, e não aquela americanizada dos seguros que Albuquerque quer, copia dos EUA e que faz nascer clinicas a cada esquina. Albuquerque tu és um cancro desta sociedade, um falso, um fingido. Destróis o social e culpas os fracos.
Na Madeira, obra de Albuquerque, há inversão das prioridades e a ruptura cultural. Enquanto se corta na despesa essencial, arrastando exames médicos e estrangulando os rendimentos mínimos de quem passa fome (inacessível por requisitos), não faltam incentivos e infraestruturas para grandes negócios, campos de golfe e projetos de fachada. Albuquerque foi para os EUA gastar meio milhão de euros, para aproximar negócios e negociatas entre os amigos do partido, mas zero para quem pagou, o contribuinte madeirense.
O desconforto, o sentimento de intrusão e a perda de identidade que muitos madeirenses sentem hoje no seu quotidiano não nasceram do "ódio" gratuito. Todo santo dia o madeirense se irrita e anda agoniado com o que vÊ. São os sintomas diretos do caos e da falta de planeamento. Quando um governo expulsa os seus nativos pela via da sufocação financeira e importa desespero para manter salários de miséria, o resultado é a destruição da paz social. Já vi gente a fundamentar muito bem no Madeira Opina de como nasce a violência e vai aumentar, com a importada de outros costumes e de pessoas que andam revoltadas. Aguardem só pelo aproveitamento do Chega. Albuquerque tu não vais deixar de ser o culpado da mesma maneira que foges da Justiça. Vais ter responsabilidade nalguma coisa, isto de culpas nos outros vai acabar!
Albuquerque não está a combater a xenofobia, está a tentar esquivar-se das consequências da engenharia social e económica que ele próprio patrocinou. Virar o bico ao prego e culpar a reação da sociedade não apaga o facto de que o maior fator de desestabilização da Madeira continua a sentar-se na cadeira do Governo Regional.
Depois de desprezar parte dos madeirenses, agora eles são culpados. Vê bem a ira que vai sair daqui. Albuquerque estás a mais, és um cancro da sociedade. E vou te lembrar uma coisa, a violência não acontece só para os pobres, é sobretudo a quem cria injustiças e provoca sentimentos negativos. Tu és um deles. MUDA, dedica-te aos madeirenses porque podes te sentir numa redoma até o dia que o convencimento desvanece porque bate de frente com a realidade.
Não há ninguém no PSD Madeira que ponha travão a isto, ou todos vão na onda da ganância? Ninguém chama a atenção a este senhor e ninguém está a ver o nosso caminho comum? Os luso descendentes vão ensinar como meter grades em janelas e portas?
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