Boa tarde a todos.
L i com atenção diversas publicações sobre as ribeiras, o meu título é enganador, eu concordo com o que foi dito, mas agora tenho que justificar o porquê de "meia cana" nunca na vida aqui na Madeira, não dá jeito aos camiões entrarem para "limpar" os inertes, rebenta com as suspensões e rebenta com o cimento. Era num instante para começar a aparecer o ferro com o desgaste feito pelas máquinas. e aí o povinho ia se dar conta que algo não estava bem.
Convençam-se disto, há "maldade", é premeditado, há calculismo, eles não são burros, são manfios. Caramba, se estou errado então são bem incompetentes. Alguma vez, um técnico no seu perfeito juízo, rebaixa a foz das ribeiras, como naquela comum de Santa Luzia e de João Gomes, que leva o mar quase ao mercado sem um propósito? Eles não criaram uma foz para desaguar água e levar inertes, eles não querem uma praia de calhau para matar as ondas do mar, eles fizeram um decantador para eles levarem os inertes de borla. Se não bastasse o facto, é ver como até um acesso construíram junto à "Autonomia", aquela rampa é uma máquina registadora onde todos mamam e ninguém diz a verdade. A rampa diz do que estão à espera. Isto é um investimento pinga-pinga, malandros. Espero que com a minha publicação apareçam mais a levar pedras de borla para fazer dinheiro, porque só para meia dúzia não.
O rebaixamento é para ficar com as pedras e não há meia cana para as máquinas entrarem, temos a natureza a trabalhar para eles, até que um dia ela mostre a sua força! Agora, quem projeta e aprova isto? É da mesma maneira que as concessões nos portos? Em São João, quando verdadeiramente houver um "20 de fevereiro", vai levantar outra vez o chão e galgar obstáculos.
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Enviado por Denúncia Anónima.
Segunda-feira, 12 de Junho de 2023
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