É gritante o que se passa na Madeira com a especulação imobiliária e rendas. Agora o comércio local é fulminado para encerramento pelo contínuo aumento das rendas que inviabilizam os negócios, não dá para vendar para o poder de compra do madeirense para as rendas que se praticam. É trabalhar para aquecer e fazer dívidas, e se são negócios onde se compram coleções para se ter em stock e ir vendendo, mais ainda.
Mas o problema não acaba aqui, os estrangeiros que abram negócios têm 5 anos de isenção de impostos e se forem aldrabões, fecham a empresa ao fim desse ano e abrem outra.
Temos que concluir que o panorama global é de um madeirense menor para os governantes que eles próprios elegem, feito conseguido numa ilha onde se controla uma classe infestante à volta dos empregos públicos e orçamento regional para amigos.
Quando se fala de empresas a abrir é como de prémios no turismo ou de aumento de passageiros no aeroporto, eles não trazem absolutamente nada ao nível de vida do madeirense que vai regredindo a passos largos. Aqui a qualidade de vida, à margem dos ordenados auferidos, a comodidade, a proximidade, a serenidade, foram extintas por estes abusadores do poder que têm.
Faz impressão de como o madeirense vai em cantigas e continua a se autoflagelar nas eleições. Folguem as costas, acabem com estes sistema que se beneficia a si mesmo, refinando cada vez mais as mais diversas ditaduras. Há muitos madeirense com migalhas que não olha para o todo. A classe dos jornalistas é uma delas, o que é vergonhoso atendendo ao acesso à informação real que têm e como mastigam para dar ao povão.
Vão observando as lojas madeirenses a fechar e vão vendo como cada vez mais aumentam os monopólios dos mesmos que um dia o poder económico dos chineses vai comprar em dois tempos. Os monopólios que o PSD cria artificialmente para os seus amigos donos disto tudo vão cair como modelo feito para domínio da Madeira por parte dos chineses.
O Alberto João não tinha uma "espinha", tinha uma visão que este bando de inchados do poder não têm. Só querem saber de si no momento para se encherem. Quem vier atrás que apague a luz.