PS-M: unir para vencer.


V amos ser claros: o texto que anda a circular a atacar o PS-M não é crítica, é ruído (link). E ruído não constrói futuro. Esse autor tenta posar como “visionário”, mas limita-se a reciclar clichés e pessimismo, confundindo azia pessoal com análise política.

  • Ele diz que o PS-M está dividido. Não está a observar: está a projectar.
  • Diz que não há estratégia. Há sim: ele é que não a compreende.
  • Diz que falta liderança. Falta-lhe a ele a humildade de reconhecer o trabalho que está a ser feito.
  • Quem dispara contra o partido em momentos críticos não está a ajudar, está a sabotar.

E sabotar para depois dizer “eu tinha razão” não é inteligência: é ego.

Célia Pessegueiro está a fazer exatamente o que qualquer líder moderno deve fazer: abrir portas, recuperar militantes, dialogar, reorganizar, estabilizar.

Esta é a primeira vez em muito tempo que o PS-M está a tentar unir em vez de destruir.

E há quem tenha a memória curta: Paulo Cafôfo resgatou o partido do apagão. Trouxe esperança, trouxe votos, trouxe relevância.

Sem ele, não havia estrutura para Célia continuar a reconstrução.

São duas fases do mesmo processo.

Cafôfo tirou o PS-M do coma. Célia está a pô-lo a andar. Só não vê quem não quer ver.

A verdade é simples:

  • O PS-M não precisa de guerrilhas internas.
  • Não precisa de opinadores incendiários que só querem palco.
  • Não precisa de pessimistas profissionais.

O PS-M precisa de união, disciplina e estratégia. Ou ganhamos juntos, ou perdemos separados.

Basta de autoflagelação pública.
Basta de alimentar narrativas da direita.
Basta de dar trunfos a quem quer que o PS-M desapareça.

Célia está a reconstruir a casa.

A militância tem de ser a fundação não o incêndio. A Madeira merece mais do que jogos de poder e velhas guerras partidárias. Merece estabilidade, seriedade e trabalho real. É isso que Célia Pessegueiro está a trazer ao PS-M:

  • uma liderança calma,
  • uma postura séria,
  • uma política feita de propostas, não de espectáculo,
  • e um compromisso claro com as pessoas e com os seus problemas.

Há quem prefira barulho. Ela prefere soluções.

A Madeira conhece bem este padrão:

  • quem trabalha é criticado;
  • quem nada faz passa despercebido.

Mas Célia não se deixou parar. Está a unir um partido que durante anos viveu dividido — e um partido unido serve melhor os madeirenses.

O PS-M está a voltar a ser o que deve ser:

  • um partido de esperança, não de intrigas.
  • um partido de futuro, não de ressentimentos.

Se quer uma Madeira mais justa, mais séria e mais humana, o caminho é com Célia Pessegueiro. E o PS-M está finalmente a alinhar-se para isso.