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A sintonizar estações...

Uma mensagem à PJ do que vejo.

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https://expresso.pt/sociedade/justica/2026-01-24-caso-de-alegada-corrupcao-na-madeira-com-equipa-da-pj-em-dedicacao-exclusiva-6466b618

Para arranque, dizer que isto está de facto controlado. "Preso" por dependências, rabos-de-palha, operacionais, censura, comunicação social e os próprios Tribunais. Quando vemos o que Sócrates faz descaradamente à Justiça, percebemos que foram os políticos que fizeram as leis para terem sempre uma porta do cavalo com um bom advogado.

Existe medo e existe censura. Eu próprio vi-me na situação de calúnia e difamação porque quem controla tudo apaga as fontes, no GR, na Comunicação Social, desanda com documentos para casas privadas de familiares ou queima. Não sei se o digital resolve porque ainda há muito "analógico", de propósito. Vale cada um se documentar sem contar que as fontes sejam sérias neste ambiente.

Os prevaricadores, chamemos assim, têm um batalhão maior do que a PJ a investigar. A soldo do funcionalismo público ou "margens" que ficam, existem alguns para caçar, abater e desaparecer incómodos. Por isso desaparecem perfis de redes sociais de gente denunciadora, de comentadores inconvenientes, de blogues, recentemente desapareceu um que pela sua lata e coragem muitas vezes acerta. Nada disto é um acaso. E quando rebenta uma bronca, temos um certo jornalismo, de jornal e TV, a fazer um arranjo dos estragos inserindo ruído, acusando outros para divergir atenções, produzindo narrativas ou desvalorizando/ridicularizando a investigação, as denúncias ou os factos. Há perseguições de gente da informação a gente incómoda, destruição de partidos, um tentáculo do poder também a soldo público. Existem deslizes que mostram o que estão a fazer por informação privilegiada dos prevaricadores.

Muitas vezes a investigação e os tribunais são sabotados ou até instrumentalizados (mais os tribunais) por infiltrados e toupeiras do sistema, com ganha pão nas áreas da investigação e Justiça. Há advogados que colocam funcionários judiciais a fazer um tipo de averiguação, extra Justiça mas usando-a, em favor de advogados que querem defender algo do regime, para perseguir com acusações sobre gente honesta, mas que o controlo avassalador dos pilares da democracia e do quinto poder tratam de descredibilizar.

Porque é que o Tribunal Europeu tem decidido ao contrário dos nacionais muitas vezes, e até agora, quase sempre na Madeira?

A Justiça e a investigação deve caçar os graúdos em vez de não perceber que são insuflados de tretas, jogo e incriminações dos adversários (inimigos) do regime. Se são colaboracionistas nada a fazer, se forem muitos os "únicos" remetem-se ao silêncio. Reparem que têm influência nos resultados eleitorais, porque num ambiente pequeno, mais do que perceções, existem laços de amizade, familiaridade, dependências e negócios, proximidade para um acerto para além da bilhardice. Isso foi visto como um testa de ferro tratava um secretário que desandou.

Paralelamente, o poder sente tanta força que tudo é descarado, quando isto acontece a população/eleitorado desconfia na isenção da Justiça no seu todo, porque perde-se nos caminhos, arquiva ou arranja forma de safar. Porque existe proximidade, necessidades, dinheiro e poder para pagar.

Assim nasce o crescendo do Chega, contra o regime, por gente que até é democrata mas não acredita que o sistema se purgue e resolva, ninguém dá um passo atrás, o eleitorado dá um passo em frente na única arma que tem para desabar o esquema. Mesmo que depois venha outro pior. Mas qual é o outro caminho? Existe? Estamos a ver este filme há muito tempo e as pessoas dizem "não vai dar em nada". Eles até gozam da Justiça...

Há muita população com faca nos dentes, e a democracia deve acelerar o passo, na Investigação e na Justiça. As datas das eleições são certas.

Sou democrata e cumpridor, olha à minha volta e não sei no que acredito. Precisamos de entusiasmo, senão a democracia vai cair.

Nota: tantos caos na Polícia também afectam a credibilidade do sistema.

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