Convido a ler esta notícia:
- https://dinheirovivo.dn.pt/economia/governo-desafia-seguros-a-dinamizar-planos-de-reforma-nas-empresas
A
Nos EUA, o sistema de reforma assenta fortemente nos planos empresariais (como o 401k). Maria Luís Albuquerque defende exatamente esta diversificação das fontes de rendimento, focando-se no reforço das pensões complementares (2.º e 3.º pilares) em detrimento da dependência exclusiva do sistema público. Isto enfraquece o Estado e os cidadão que passam a trabalhar para interesses privados na Segurança Social.
Esta senhora foi um cancro na nossa sociedade enquanto ministra de passos Coelho, a equipa da insensibilidade social, agora Comissária Europeia, utiliza uma retórica puramente liberal ao afirmar que o setor segurador deve ser um "motor de investimento, inovação e crescimento" e não apenas um mitigador de risco. Esta é a essência da União da Poupança e dos Investimentos, transformar o dinheiro parado das famílias em capital de risco para empresas e startups, tal como acontece em Wall Street! Querem brincar com a nossa segurança financeira, querem brincar com o dinheiro dos outros para fazer dinheiro para eles. Um novo tipo de banca.
A revitalização do PEPP (Produto Individual de Reforma Pan-Europeu) mencionada por Albuquerque é uma tentativa de criar um produto financeiro padronizado e portátil. Isto assemelha-se aos planos de reforma individuais americanos, desenhados para uma força de trabalho com "carreiras cada vez menos lineares" e com grande mobilidade.
Cuidado com esta "gaja".
Albuquerque critica abertamente as "interpretações excessivamente conservadoras do risco" que imobilizam capital. A sua agenda em Bruxelas passa por flexibilizar os requisitos de capital das seguradoras para que estas possam investir em ativos de maior risco, como PME e projetos estratégicos, aproximando o perfil de investimento europeu ao dinamismo (e risco) do mercado norte-americano.
Ela quer usar dinheiro da Segurança Social para os jogadores de casino, da bolsa, dos falsos investimentos, cuidado europeus!
Desafiar as empresas a criar estes planos de reforma, num tecido empresarial como o madeirense, composto por muitas PME, pode significar um novo custo ou uma nova forma de atrair talento. Eu acredito na primeira, para realizar dinheiro aos "magnatas".
Acompanhem, a mensagem é clara, o sistema público é a base, mas a "confortável" reforma do futuro dependerá da capacidade individual de investir em seguros e fundos.
Maria Luís Albuquerque faz como o Albuquerque dos campos de golfe, infraestrutura com dinheiro público para os privados não terem despesa e obtêm ainda mais lucro.
Não podemos ter capital de longo prazo imobilizado por interpretações excessivamente conservadoras do risco. Maria Luís Albuquerque
Cuidado com esta "gaja".
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