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Casos de Polícia

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minha relação com a Polícia acabou em dois atos, na primeira vez, foi com um bêbado a ocupar as duas faixas de rodagem na Via Rápida, fui fazer queixa à Polícia e disseram-me que não dava em nada porque as câmaras da Via Rápida não serviam de prova e era uma só pessoa a acusar.

Na segunda vez fui fazer queixa de um indivíduo que me abordou com arma branca, para me ferir, e eu não percebi qualquer motivo para isso, fui para fazer queixa à Polícia e para começar tinha de pagar 260€, com certeza para me desmobilizar. Tempos depois, percebi que esse indivíduo que queria me atacar, tinha se enganado na pessoa. Isto é de facto uma terra que anda sem norte.

É por estas razões que sou fiel seguidor do Madeira Opina, ver o que as pessoas dizem, perceber se sou só eu que não me sinto integrado nesta ilha sem lei, gosto dos textos sobre a ocupação selvática do Largo do Município com os estacionamentos da Missa, depois vi que numa manhã tinham multado carros que tinham ficado da noite de domingo, com certeza turistas que foram na onda e desapareceram para descansar, aí ficaram com os carros bloqueados. Pergunto se hoje (domingo) os carros voltaram para cima da Praça do Município para a Missa?!

Mas tudo isto, para acabar "bem", leva-me a dizer que vi o texto a pedir estacionamentos para madeirenses (sim apartheid), em vez de governarem só para turistas e estrangeiros:

  • Carta aberta à Câmara Municipal de Santa Cruz:
  • https://www.madeiraopina.com/2026/02/carta-aberta-camara-municipal-de-santa.html

Depois vejo isto:

  • Hoje vivi uma situação no Aeroporto da Madeira que me deixou profundamente indignado:
  • https://www.facebook.com/groups/179959972132436/?multi_permalinks=25570873099281107&hoisted_section_header_type=recently_seen

Hoje vivi uma situação no Aeroporto da Madeira que me deixou profundamente indignado. Cheguei à ilha com a minha mulher. O meu pai estacionou o carro apenas o tempo suficiente para abrir a mala e colocar as nossas bagagens. Nesse momento, duas turistas francesas, com cerca de 80 anos, pediram ajuda para perceber como funcionava o transporte para o Funchal. Como qualquer pessoa educada faria, parei uns segundos para explicar à senhora o que precisava de fazer. Quando virei o rosto, deparei-me com o agente da PSP, Manuel Olim, a multar o carro — sem qualquer aviso prévio, sem dizer uma palavra, mesmo com a mala do carro ainda aberta e claramente em processo de descarga de bagagem. Fui pedir explicações com respeito. Inclusive, a própria turista tentou explicar ao agente que estava a ser ajudada naquele momento. A resposta que recebeu foi:
“Fale português que não percebo o que está a dizer.”
Estamos a falar de uma senhora de 80 anos, turista, acabada de chegar à ilha. É esta a imagem que queremos passar a quem nos visita? Não se trata apenas de uma multa. Trata-se de bom senso, humanidade e educação. A autoridade deve ser exercida com equilíbrio e respeito, especialmente num local como o aeroporto, porta de entrada da nossa região. Fui apresentar queixa. E curiosamente, até na esquadra ouvi algo que me marcou: “A nós ensinam-nos a ser polícias, mas a educação vem de casa. Fica a reflexão

Termino dizendo que imagino que a Polícia tem de aturar muitos abusadores, e são humanos, o problema é que eu também sou humano, e estou cansado de ver injustiças e dualismos. Não sei se tenho cara de quem podem abusar. Todas estas situações estão a moldar os madeirenses. Acreditem.

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