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Convém esclarecer, desde já, um ponto essencial: o que verdadeiramente importa neste momento político é a candidatura do Dr. André Ventura e a afirmação do CHEGA como alternativa nacional. Tudo o resto são tentativas de criar ruído artificial, destinadas a fragilizar quem incomoda e quem não se submete.
É falso que os vereadores do CHEGA Madeira tenham votado a favor do PSD ou de Jorge Carvalho. Basta consultar as atas das reuniões mais recentes para verificar que, em matérias sensíveis como a distribuição de medicamentos e o subsídio à dependência, os vereadores optaram pela abstenção, posição politicamente legítima, fundamentada e transparente. Os factos são públicos e documentados.
É igualmente falso que tenham sido os vereadores do CHEGA Madeira a alimentar rumores, na comunicação social ou em bastidores políticos, sobre alegados apoios da maçonaria regional ao CHEGA Madeira. A posição do CHEGA Nacional sobre esta matéria é clara, pública e reiterada, e qualquer tentativa de colar os vereadores regionais a jogos paralelos revela apenas má-fé.
No que respeita às questões financeiras, importa ser rigoroso: os vereadores do CHEGA Madeira exercem funções nos termos da lei, com as respetivas subvenções de representação. Caso o partido necessite de apoio administrativo e esse apoio seja contratado dentro da legalidade, com procedimentos aceites pelo Tribunal de Contas, não existe qualquer irregularidade.
Relativamente às alegadas incompatibilidades envolvendo um inspetor da ARAE, a verdade é simples: existiu autorização do respetivo serviço e aprovação da Assembleia Municipal. Não há ilegalidade, não há conflito, não há infração.
O que se impõe, nesta fase, é uma reflexão séria: o CHEGA na Madeira e os seus dirigentes deveriam estar concentrados na sua campanha política e eleitoral, e não em tentativas de desgaste interno contra os vereadores. Quem não deve não teme. E, pelos vistos, quem mais teme não são aqueles que exercem funções em regime de voluntariado — os vereadores do CHEGA Madeira — mas sim quem insiste em alimentar conflitos artificiais. A política faz-se com frontalidade, não com suspeições dirigidas aos mais inofensivos.
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