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Curtas e Cenas

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01/02/2026, 17:28:37
Vivemos num país de incúria total. Supostamente o governo e a proteção civil existem para deitar a mão e arranjar soluções para problemas inesperados. A questão é que a situação atual em alguns distritos do continente, atrasados por uma tempestade, não foi inesperada. O IPMA avisou, os sites de meteorologia avisaram, a comunicação social avisou. Lembro-me de estar a ver as notícias num canal qualquer e uma metrologista do IPMA acabar a sua intervenção dizendo: prevê-se que possa ser uma catástrofe em algumas zonas. Por que raio então só hoje o governo ter reunido para arranjar soluções para as pessoas afetadas? Tantos dias depois, tentas criticas de inacção e hoje lá se lembraram. O governo e a proteção civil são uma lástima, uma palhaçada que se não fossem tão maus, era motivo para rir. Correm atrás do prejuízo, quando a palavra de ordem seria prevenção. Não aprendem com os erros passados. Na Madeira também foi assim nos incêndios. A reação a fenómenos da natureza foi tardia e continuam a fazer da mesma maneira. Ninguém se demite e falam para as câmaras com cara de pau.

01/02/2026, 18:45:14
Isto não é opinião polida, é denúncia. A política regional virou feira: populismo barato, liberalismo de vitrine, nacionalismo bafiento. JPP vende slogans ocos; IL prega mercado como fé; CHEGA grita ódio para esconder vazio; o PSD madeirense governa para elites e chama isso de estabilidade. Quem critica é tratado como burro. Pois não: burro é quem confunde propaganda com texto, poder com verdade. Este artigo é protesto, não pedido. Contra a captura do Estado, contra negócios opacos, contra a normalização da miséria. Não há neutralidade possível quando a democracia é usada como disfarce. 

01/02/2026, 18:54:33 Presidente da Câmara Municipal de São Vicente, a marioneta do PSD.
Caríssimos leitores e eleitores, todos nós assistimos a uma reviravolta nas últimas autárquicas em São Vicente, quando a população deu o grito de desespero votando no partido Chega. Ora esses motivos já foram mais do que debatidos. A população acreditou num homem que dizia ser diferente, que prometeu tudo e mais alguma coisa, mas que depois de assumir o cargo para que foi eleito, tem feito asneiras atrás de asneiras, e tem demonstrado que não tem qualquer competência para o cargo que exerce. O deslumbre subiu-lhe à cabeça, não pára dentro da Câmara, não estuda os processos e quando o seu assessor não está, não sabe o que fazer. Gosta dos holofotes, dos beijos e abraços e perde tempo com situações que em nada beneficia o trabalho para o qual foi eleito. O seu desnorte é mais do que evidente.


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