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Entretanto na D. R. Pescas, escava-se o pântano!

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Q

uando não se sabe o que se anda a fazer, a tendência é para repetir ou mesmo reforçar os erros do passado, desta vez na Aquacultura. Se se revelou um erro promover o Doutor R. S. a Chefe de Divisão de Aquacultura, sem substituto adequado à vista, a atual Diretora Regional insiste no erro do passado, renovando a sua comissão de serviço, como Chefe de Divisão de algo que o Doutor R. não sabe o que é, não quer saber e tem raiva a quem sabe.

Como todos os biólogos da Conservação, o Doutor Ricardo é um cético em relação à aquacultura. Apesar de ser o seu local de trabalho, raramente põe os pés no Centro de Maricultura da Calheta! Mesmo durante os primeiros meses da sua comissão de serviço, em que esteve mais presente, esteve sempre focado na gestão dos stocks de pesca, muito mais do que na aquacultura e no Centro de Maricultura da Calheta.

Na Aquacultura, deu pareceres absurdos, potencialmente perigosos para o ecossistema (irónico, não?), que felizmente foram barrados pela Direcção Regional de Veterinária. No CMC, resolveu alguns problemas, criou outros, e preocupou-se em fazer o mínimo para ser co-autor de alguns trabalhos de investigadores externos, já que gosta de colecionar autorias.

É chefe de divisão da Aquacultura, mas a aquacultura pouco lhe importa e não lhe agrada. Em 3 anos, pouco aprendeu, e para esconder as suas debilidades e proteger o seu osso (o seu salário), procurou desviar o CMC da sua missão, nomeadamente na investigação e desenvolvimento, apesar do investimento feito pela DRP e pela ARDITI na modernização das suas instalações e equipamentos.

O Doutor R., que tanto criticou o Doutor C. A. no seu hábito de empurrar com a barriga, passou os últimos 3 anos a meter água para proteger um poleiro que não lhe serve, e em que não consegue sequer equilibrar-se porque não tem conhecimento nem competência para tal. É um eletricista a fazer de canalizador, e, previsivelmente tem provocado muitos curtos-circuitos. Foi na conversa dos seus assistentes técnicos menos produtivos e, com eles, mais não tem feito do que recordar supostas façanhas do passado, sem rasto ou impacto no presente ou futuro e de já não há memória na cabeça de ninguém, projetando um futuro irrealista e, pior, irrelevante e desajustado da realidade atual.

Entretanto de volta aos loucos anos 20 (do século 21!), as pisciculturas regionais têm solicitado apoio técnico/científico à DSEIMar, para ajudar a resolver os seus problemas, mas por parte da DSEIMar, na pessoa do Doutor R. S., têm recebido apenas respostas/propostas dúbias que escondem a sua incapacidade em cumprir o papel que lhe foi atribuído E RENOVADO!!!

Entretanto, na investigação, R. não faz nem deixa fazer, para proteger os seus amigos e aliados que lhe vão amaciando o ego. Agora conseguiu convencer a Sra. Professora Diretora a manter MAIS 3 ANOS DE LODO na Aquacultura da Madeira!!!! Publicado no JORAM numa maldita sexta-feira, 13!

  • https://joram.madeira.gov.pt/joram/2serie/Ano%20de%202026/IISerie-030-2026-02-13.pdf
  • https://drive.google.com/file/d/15uwAa2r21dpQ7Ey4tNsvGhDhVuwfas2c/view?usp=sharing

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