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Os vereadores do CHEGA foram roubados

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sta é a Resposta n.º 2 ao militante do CHEGA Madeira que insiste em classificar como “rebeldia” a atuação dos vereadores do partido na Câmara Municipal do Funchal. Convém ser absolutamente claro, porque aqui não há margem para interpretações políticas nem ambiguidades legais. Os vereadores do CHEGA foram roubados. Roubados. Roubados. Roubados. A lei é clara:

👉 o dinheiro destinado aos vereadores é dos vereadores.

👉 são os vereadores que decidem se recorrem aos serviços administrativos da Câmara de forma gratuita ou se optam por contratar uma administrativa própria.

👉 são os vereadores que decidem se esse montante é utilizado para suportar despesas inerentes ao exercício do mandato ou para contratar apoio técnico.

O que não é legal, não é legítimo e não é aceitável é outra pessoa decidir por eles. Não é Miguel Castro que escolhe assistentes a seu bel-prazer. Não é Miguel Castro que dispõe do dinheiro dos vereadores como se fosse seu. Não é Miguel Castro que transforma verbas dos vereadores em tachos administrativos. O dinheiro não lhe pertence. O dinheiro tem titularidade clara. E o procedimento não levanta qualquer dúvida legal. Ao retirar esse dinheiro aos vereadores e direcioná-lo para outros fins, o que aconteceu foi simples: os vereadores ficaram sem o que lhes é devido e estão a trabalhar de graça.

E é aqui que a conversa da “rebeldia” cai por terra. Não estamos perante rebeldia. Estamos perante uma violação clara de direitos políticos e financeiros de eleitos municipais. Portanto, o cerne da questão é este — e não outro qualquer:

👉 os vereadores do CHEGA foram privados do seu dinheiro.

👉 estão a exercer funções sem receber.

👉 isso é inaceitável num Estado de Direito.

Tudo o resto é ruído para fugir ao essencial.

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