(...) foi a sua "pior experiência de voo até hoje (...) relata que esteve fechava num avião da Ryanair durante oito horas e meia e não conseguiram chegar à Região. (...) Márcia tece duras críticas à companhia aérea Ryanair, com quem não tenciona viajar mais. (...) "Sei que hoje conseguiram aterrar porque arriscaram (...)
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A Márcia é uma figura pública que felizmente se manifestou para dar visibilidade à situação à falta de planos de contingência e o impacto real nos "anónimos" que viajam ao lado das figuras públicas.
O seu relato sobre a sua viagem para a Feira do Livro do Funchal descreve um cenário desolador, oito horas e meia é o tempo de um voo transatlântico da Europa para a costa Este dos EUA/Canadá. Esteve fechada num avião da Ryanair, com idosos e crianças a bordo, sem acesso a refeições quentes ou mesmo a um copo de água para a sua equipa, porque era voo de hora e meia numa low cost sem plano de contingência. O desfecho é desmoralizante, um voo que acaba por regressar a Lisboa após uma passagem pelo Porto Santo, sem plano de contingência, é o tipo de experiência que deixa marcas profundas, que se multiplicam por cada vez que há inoperacionalidade perante o imobilismo governativo.
Quando a Márcia refere que a TAP oferece uma segurança e "humanidade" que não encontrou na low-cost, toca no ponto central das críticas. Onde está o apoio básico ao passageiro quando o evento (neste caso, o voo e a chegada à Madeira) falha? Fala da companhia aérea, mas não se esqueça que também paga serviços em terra no custo da passagem.
Viu o tornado? Há dias em que até o Porto Santo está ruim.
- https://d7.dnoticias.pt/2026/3/21/485638-marcia-assume-que-ligacao-para-a-madeira-foi-a-pior-experiencia-de-voo-ate-hoje/
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