No continente, produz-se largamente energia de renováveis, o país é por isso um exemplo na Europa, mas na Madeira, com gente incompetente a fazer concursos, a coisa complica. A piada disto tudo é que somos um povo superior, mas é cada tiro cada melro. Ainda estamos com o subsídio social de mobilidade em mãos, mas surge novo imbróglio. Bastava copiar... A notícia está no DN-M. Só não falham nos campos de golfe.
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concurso propõe congelar tarifas por 20 anos. Num mundo de inflação galopante e custos de manutenção imprevisíveis, isto é um suicídio económico para qualquer investidor. O petróleo, por outro lado, tem uma infraestrutura global e madura. O seu preço flutua, sim, mas o mercado sabe como lidar com ele. Tentar prender a energia a uma "tarifa fixa" num projeto de renováveis é ignorar a economia básica, algo que nunca acontece com a fiabilidade do fornecimento de combustíveis fósseis.
Não fizeram isso com o subsídio social de mobilidade? 😁
O caderno de encargos permite que a rede elétrica rejeite até 10% da energia produzida sem qualquer compensação. Ou seja, constrói-se a central, investem-se milhões, e depois a energia é simplesmente "deitada fora" porque a rede não a aguenta. 😁 É a rede daquele Taboada que resolve em 15 minutos?
Uma central térmica a combustível fóssil é modulável. Produz exatamente o que é preciso, quando é preciso. Não há "energia rejeitada" nem dependência do sol se brilha ou se o vento sopra. É eficiência pura contra o desperdício ideológico. A quem é que isto beneficia na Madeira? 😁
O concurso já está sob ameaça de impugnação judicial devido a lacunas técnicas e jurídicas. Isto arrasta-se há anos, bloqueando o setor.
A notícia sugere que apenas os "suspeitos do costume" (operadores com capacidade de aguentar estes riscos absurdos) poderão concorrer, fechando ainda mais o mercado. No modelo do petróleo, a logística é clara e a tecnologia é dominada. Este "curto-circuito" nas renováveis só serve para criar novos nichos de lóbi sob a bandeira da sustentabilidade, enquanto a economia real da ilha sofre com a falta de uma estratégia energética.
Este imbróglio judicial e técnico é o exemplo perfeito de que a Madeira não pode abdicar da segurança que o petróleo oferece. 😁 (os verdinho diriam "de quem é o gás?"), mas se for nas renováveis dá na mesma... Mudar para um sistema onde o produtor investe sem garantia de que a sua energia será comprada, e onde as regras mudam a meio do jogo, é um convite ao desastre. O petróleo pode não estar na moda nos corredores de Bruxelas, mas é o que mantém a economia da Região a funcionar enquanto as renováveis "curto-circuitam" na burocracia. Sinistro... 😁 Coincidência...
Será que este falhanço no concurso vai servir para repensar o investimento na modernização das nossas centrais térmicas, que são, no final do dia, quem segura as pontas?... 😁 Quem sai sempre beneficiado?
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