09/03/2026, 17:38:09
O Chega em São Vicente durou menos do que eu imaginava. É um partido demasiado conflituoso para qualquer estabilidade, basta ver o seu líder nacional como só semeia fogo. Mas o Chega rejeita, para já, a realização de eleições intercalares em São Vicente, apesar da crise política dentro da equipa que governa a Câmara Municipal. Teve piada o presidente da câmara, José Carlos Gonçalves, ter decidido retirar os pelouros aos dois vereadores eleitos pelo Chega (já saiu o edital), passando a ficar com todas as responsabilidades executivas. Um ditador instantâneo. O líder regional do Chega, Miguel Castro, diz manter confiança no presidente da câmara e considera que deve continuar a funcionar. Sabem como? Em dialogo com o PSD de quem disseram cobras e lagartos! Se o Chega não tem vereadores então este Presidente já é do PSD, ele até assina a Estrada das Ginjas... Assim a culpa fica com o Chega... Um Presidente com todos os pelouros e a decidir sozinho é mesmo sui generis, mas típico do Chega. Já há uma ditadura de Direita em São Vicente. O Chega é muito bom a destruir, mas a construir.... nada!
09/03/2026, 18:57:47 O que mudou no PS Madeira depois do congresso?
Surgiu uma onda de entusiasmo? Sentiu-se uma inovação na Comunicação? Começaram a corrigir os erro dos meios de comunicação? Encostaram os amigos traidores? Viu-se novidades nas caras? Captaram a atenção naquele momento em que o eleitorado pára para ver se acordaram? Aceitaram finalmente as criticas de sempre ou acomodaram-se de novo no conforto da oposição sem responsabilidades? Acabaram-se as fotos ridículas do líder que lhe retira crédito? Sim, felizmente! Mas quem ouvem? Não tenhas esperanças, é o grupo de conforto que acha que assim vão envolver mais gente. A felicidade está na teimosia, é assim que querem mesmo que traga derrota, já se habituaram, não se importam com isso desde que o resultado quanto baste chegue para acomodar todos, de uma maneira ou outra.
10/03/2026, 1:02:47 Carreiras impossíveis.
Muitos dizem que operacionalmente pode ser interessante ter o ex líder da Judiciária como Ministro da Administração Interna. Mas, por outro lado, dá de caras com "clientes" da Judiciária, como ministro vai ter que aceder a falar. Acabou o "segredo de justiça"? Separam-se as águas? Não conhecem a lábia e os arranjinhos desta gente. Como sempre, as autoridades, investigação e Justiça, são um dos calcanhares de Aquiles da Democracia. Deve ter sido uma alegria para Albuquerque falar com Luís Neves e ouvir António José Seguro, já investido de Presidente da República, a dizer que tudo fará para que os mandatos se completem sem o frenesim eleitoral. Custe o que custar e em contramão para chegar a tempo? A casa da sogra:
 |
| Recorte do JM edição impressa. |
Envie texto ou siga-nos nas redes sociais:
Regras e Diretrizes da Comunidade
1: Não publique e-mail ou qualquer tipo de informação pessoal.
2: Não publique links do seu próprio blog/site.
3: Não faça spam, respeite.
4: Para Ajuda e Suporte, utilize o formulário de Contato.