E
Julgo que houve um texto no Madeira Opina escrito por um funcionário madeirense no Aeroporto do Dubai, talvez alguém que tenha experimentado que a inoperacionalidade se resolve mais com inteligência do que com dinheiro, duas situações que Eduardo Jesus não tem, está lá para ser pau mandado dos empresários locais
A realidade é crua, real e repetitiva. Milhares de passageiros retidos, hotéis sobrelotados com pessoas exaustas e uma imagem externa de desorganização que corre o mundo em minutos. O nosso aeroporto é um Funchal ao fim do dia com o caos no trânsito, outra conquista do turismo desregrado angariado para uma ilha pequena e impreparada.
As transportadoras aéreas, movidas por lucro e eficiência, estão a chegar ao limite da paciência. Os passageiros avisam em todas as inoperacionalidades, nas companhias será de repente na programação de temporada. Sem soluções técnicas ou operacionais que mitiguem os desvios e cancelamentos constantes, o risco de "fuga" ou redução de frequências é real. A Madeira pode se cobrir de ouro, mas quem vai encher a ilha são as companhias aéreas. Elas decidem o destino que lhes convém.
Enquanto o vento fustiga a pista, a resposta oficial parece ser a de esperar que a tempestade passe, ignorando que a confiança dos mercados não recupera com a mesma facilidade que o céu limpa.
Não basta dizer que a Madeira é um destino de excelência se a porta de entrada é uma roleta russa climatérica sem rede de segurança. Se Março confirmar as previsões de vento e a confusão se instalar sem um plano alternativo viável, que passe por uma gestão de passageiros digna e soluções técnicas de aproximação, poderemos estar a assistir ao início de um declínio evitável. O que a par da guerra no Golfo e a carestia de tudo contribuirá... quando escolhemos um turismo de pé descalço das low cost. Será que tanto erro dará uma sorte de principiante?
O turismo vive de hospitalidade, mas sobrevive de fiabilidade. Sem ela, o destino Madeira torna-se um risco que muitos operadores deixarão de querer correr. Não adianta planear aumentar o terminal com um problema destes por resolver, simplesmente porque Eduardo Jesus não gosta da solução do Porto Santo. Deve esperar por um lampejo de milagre.
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Fórum "A Importância do Aeroporto do Porto Santo nas ligações Aéreas à Ilha da Madeira", promovido pela Ordem dos Engenheiros Técnicos, em Machico, no dia 20 de Março de 2018.
ResponderEliminarExcelente, emocionante e bem humorado almoço, acompanhado pelos senhores, o veterano ex Comandante da SATA, Timóteo Costa, Eng. Vítor Bettencourt e Paulo J. Melich Farinha.
Fui convidado pela Ordem dos Engenheiros da Madeira para o fórum e almoço.
Incluído no plano de contingência, uma embarcação tipo fast ferry robusta e rápida com cerca de 90/100 metros, com capacidade de efectuar várias viagens diárias durante a inoperação do Aeroporto da Madeira.
Agora, o GR não deve estar dependente de um grupo económico nesta questão. A real tendência do vento aumentar de intensidade e com mais frequência. Por exemplo, acho piada o GR estar a potenciar turismo americano, com mais poder de compra, ou seja, um avião proveniente dos USA impedido de aterrar no Aeroporto da Madeira, não pode voltar para trás a solução será o Porto Santo.
Era para ontem!
Fórum "A Importância do Aeroporto do Porto Santo nas ligações Aéreas à Ilha da Madeira", promovido pela Ordem dos Engenheiros Técnicos, em Machico, no dia 20 de Março de 2018.
ResponderEliminarExcelente, emocionante e bem humorado almoço, acompanhado por, veterano ex Comandante da SATA, Timóteo Costa, Eng. Vítor Bettencourt e Paulo J. Melich Farinha.
Fui convidado pela Ordem dos Engenheiros da Madeira para o fórum e almoço.
Incluído no plano de contingência, uma embarcação tipo fast ferry robusta e rápida com cerca de 90/100 metros, com capacidade de efectuar várias viagens diárias durante a inoperação do Aeroporto da Madeira.
Agora, o GR não deve estar dependente de um grupo económico nesta questão. A real tendência do vento aumentar de intensidade e com mais frequência. Por exemplo, acho piada o GR estar a potenciar turismo americano, com mais poder de compra, ou seja, um avião proveniente dos USA impedido de aterrar no Aeroporto da Madeira, não pode voltar para trás a solução será o Porto Santo.
Era para ontem!
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