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O PSD ganha porque prende pessoas a interesses e soma-as todos os dias, porque alguma oposição falha na comunicação e na gestão quando tem um pequeno poder e, por último, porque a oposição é feita de gente com medo a abrir os partidos porque lhes podem tirar o ganha pão. A política afinal não serve a gestão pública, é gestão de carreiras pessoais com bons vencimentos, onde muitos se encaixam confortavelmente e sabotam a alternância. E depois destes há os que são mesmo do PSD a laboral na oposição e tendo destaque, dividendos e subsídios homologados pelo poder que, mais uma vez agradece e envolve. Neste caso, menos por menos não dá mais, dá bem menos.
Parabéns ao PSD Madeira, merece o poder indo até aos limites da democracia e, em abono da verdade ultrapassando, quando já está a blindar a ditadura camuflada e onde até a Justiça é um espantalho da Quinta dos Prazeres.
Estamos a ser roubados em directo e em notícia, porque todos normalizaram a má semente e as práticas de chico espertismo. O poder é a confluência dos interesses pessoais das pessoas da política que gerido com mestria dá boa vida a todos os políticos e a pobreza sem oportunidades aos madeirenses em geral. Os alcoólicos são solidários. Os drogados são solidários. Os ladrões são solidários. A máfia é solidária. Os democratas de ego inchado não, querem o seu palco e perdem-se na multidão esbracejando na linguagem que faz ignorar.
Enquanto isso, os PDM's preparam-se para ser alterados à medida, o GR vai fazer truques com a propriedade rústica para dar mais terrenos à construção, já com alguns arquitectos a salivar e a anunciar que é preciso construir em altura. Os mesmos que, sem pejo, abatem quintas madeirenses em vez de mantê-las. Construir para muitos a milhão dá mais dinheiro. Não precisamos de identidade, precisamos de património em altura porque rende mais. Tudo passa impune, o madeirense já de si é amorfo, desinteressado, inócuo e inactivo, não se importa, e se algum afoito houver, o pacote laboral trará mais precariedade no emprego, para impor mais medo e menos capacidade de viver em Portugal para assim vendê-lo a estrangeiros.
Enquanto isso, o madeirense em geral odeia quem lhe diz a verdade, premeia sempre bandidos porque são farinha do mesmo saco, só que uns têm o saco e outros não, porque prefere o conforto da mentira e do entretenimento. Continuem com os dedos para cima e para baixo, sem pingo de conhecimento, por enfado de ler, até serem... não pobres mas o lixo de 50 anos de esquemas.
Percebemos que nada é mais seguro do que um emprego na política, quanto mais egoísta e sujo... mais sucesso e eles não se distinguem do poder ou da oposição mas sim por aqueles que têm mais ou menos oportunidades de serem iguais. A miséria humana viverá sempre nesta terra, o povo não se importa, mas os maçons encontraram uma oportunidade.
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