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Tal como já vimos, Albuquerque é do padrão insensibilidade social igual ao Passos Coelho e também são amigos e também tolera o Chega. Farinha do mesmo saco, basta ver o que se passa em São Vicente. A insensibilidade social fala de PIB que não chega aos trabalhadores madeirenses. O PIB é a elite para a qual Albuquerque trabalha, porque de todos os prismas, para a população em geral é um perfeito desastre. E não adianta publicidade habitação social para amigos como sendo para todos para levá-los pela certa. Albuquerque tal como ostraciza concelhos da oposição também só trabalha para quem lhe garante dividendos e votos. É mais um governante em conflito de interesses, um Trump mais pequeno.
Esta arrogância encomendada ao Expresso é cuspir para o ar e em pouco tempo a Madeira cai como um castelo de cartas. À monocultura do turismo, exacerbado, basta encarecer e faltar combustível, para haver menos frequência e passagens mais caras que não é para turismo rasca que usou para transmitir sucesso por quantidade. Sucesso seria manter o equilíbrio, a sustentabilidade, o poder de compra, o fim da amplitude social (classe média forte), a qualidade de vida e o acessível (com o dinheiro que temos fazer vida), para além de ter saídas profissionais aos jovens que nascem menos e ainda por cima desaparecem todos desta ilha de uma elite corrupta, à qual só lhe falta a tal criptomoeda, uma Autonomia blindada para ganhar o prémio de ouro de covil de ladrões e a totalidade de Governo e Autarquias a trabalhar para a máfia no bom sentido.
Todo este sucesso da treta são números que não chegam aos madeirenses, que vão rumo a extinção, caso não tenham percebido. A demografia diz isso clarinho. Tão superiores. Não temos dinheiro para viver na ilha da elite corrupta, não somos parte deste jardim zoológico de Escobar, não temos governo para a população e a quantidade de elite cresce, vota e mata.
O madeirense é parvo por não entender isto no seu empecilho mental de querer ser como a elite e viver a cheirar, escravo e de migalhas. Casaram-se bem uns com os outros. A elite sabe escravizar usando um orgulho estúpido que não pensa. Todos cheios de si.
"Ricos", insensíveis, não solidários, a querer o seu e o dos outros e a nunca respeitar. Cuspir no ar pode dar a mesma dor das rusgas judiciais, num ápice o portento económico desmorona. Tudo isto é fictício, insustentável e com maus governantes. Iluda-se quem quiser. Quando deixarmos de ser "melhor do que todos" começaremos a crescer, caso contrário, isto é a administração Trump do Atlântico. Estúpidos com poder.
No "Funchal" (Madeira) os bolsos da larga maioria também andam vazios.
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