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Jesus Órban, ex Eduarquo, e a música censurada para a Festa da Flor.

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Quem criou o jornalismo querido,
também consegue criar um cortejo da flor "idílico".
Com muitas páginas com fotos dele.

O

 madeirense continua impávido e sereno com tudo aquilo que se passa na Madeira, parece que lhe chega a vaidade de "povo superior", até pode ser sodomizado que não se importa. O dinheiro público financia projecto privados, assim o privado não investe e recebe uma concessão para explorar e gerar lucro. O madeirense assiste ao seu mais completo despencamento do quotidiano, a saúde é um inferno porque estão a privatizar, a pública não funciona (antro de tachistas) e a privada pela quantidade está igual à resposta da pública. As listas de espera não diminuem, a ver se as pessoas se fartam e vão para a privada para depois esperar uma boa quantidade de meses para receber o apoio. Incomportável e muito pior do que o Subsídio Social de Mobilidade. O madeirense não tem qualquer hipótese de arrendar e muito menos comprar casa, se para ganhar dinheiro a solução é emigrar, conseguir casa já é mais barato no estrangeiro. Os jovens continuam sem saídas profissionais, os apoios são para amigos, o modelo quer camas e obras, assim os órgão reprodutivos serão a alegria de outros países, porque para cá, terra que os enjeita, não voltam. Agora são os país que se mudam. Ontem vi um senhor a chegar com o seu cabaz essencial de compras, as que sempre foi fazendo sem desvarios, e na caixa, ao ver a soma, mandou parar e colocar o resto de parte, é uma outra forma de ver a carestia sem qualquer ação da ARAE dos "ovos" nos supermercados que usam e abusam de todos os estratagemas para gerar lucro despudorado.

O madeirenses empobrece e o PIB é uma anedota de mau gosto, empobrece e desaparece.

E eis que este regime igual ao que Viktor Órban, em versão insular da Autonomia, começa a atuar na cultura, como a Hungria que não participa no Festival da Eurovisão pela sua "pureza" de gatunos e corruptos. Felizmente caiu, mas na Madeira nunca cai. O povo gosta de tudo isto, ou então isto é uma democracia dos corruptos que ficaram e são a maioria que almeja a máfia no bom sentido. De facto, só as famílias do poder é que se reproduzem,

Pelo que se viu na matança do Cortejo Trapalhão, segue-se agora a Festa da Flor, o regime quer pureza, distração no belo, intocável. Um cortejo inócuo, sem mensagem, em "imunidade".

Numa ilha com cada vez menos flores, que São Pedro, São Medardo, São Alberto Magno, Santa Bárbara e Santa Clara, São José e Nossa Senhora das Candeias, sem esquecer do quase santo beatificado pelo regime, o "São" Nuno Brás, proteja o evento da inoperacionalidade do nosso aeroporto para não se borrar o filme da ilha das flores importadas.

Penso que um betoneira pintada de laranja e forrada de flores passaria melhor do que uma música.

A participação da ANIMAD (Associação de Proteção aos Animais da Região Autónoma da Madeira) no cortejo da Festa da Flor traz uma dimensão de sensibilização importante para um dos eventos mais turísticos e tradicionais da ilha. Animais na flora é um clássico, agora plásticos e tecidos em maior abundância para disfarçar falta de flores ... não. A Festa da Flor ganha assim uma camada de consciência cívica, provando que a beleza das flores pode e deve caminhar ao lado de causas nobres.

Infelizmente ...

Petição contra a opressão artística na RAM

A arte é uma forma essencial de expressão, identidade e liberdade. Nos eventos da RAM, limitar ou censurar ideias e a criatividade dos artistas que tentam elevar os padrões de qualidade? Não podemos ficar indiferentes.

Assinar esta petição é um passo simples, mas poderoso, para defender a liberdade criativa e garantir que a arte continue a ser um espaço aberto, diverso e sem medo. Junta-te a esta causa e faz parte da mudança.

Assinaram a petição
207 Pessoas

Ninguém se importa com os outros, com as causas e as razões, os argumentos e o rumo que tomamos, até ao dia de sentirem a ditadura a sodomizar e aí ninguém se importa com este povo manso e absurdo que sim zela por corruptos a todos os níveis, até intelectualmente

Que fique claro que sou um cidadão livre de conexões na polémica, simplesmente tenho dois olhos e cabeça para pensar!

A música censurada, tem com certeza um final que não encaixa no pudor seletivo do regime, testas de ferro de oligarcas. Eles fazem-no todos os dias ao contribuinte-eleitor...

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