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O escrito e reescrito no Madeira Opina acontece.

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ui um dos autores, mas há mais que disseram o mesmo, o Estado tem fama de mau pagador, que o digam empresas que não são do sistema e contribuintes em geral. Paga mal, tarde e nunca, por causa do Governo ou porque se metem em alhadas, o que se está a passar com os reembolsos do ADSE na Madeira, por causa de um software plagiado. Mas isto não é notícia, os jornalismo é pago para dar "folguedo" à malta.

A vaca fria, as companhias aéreas vivem no limbo, e não vão aceitar pagamentos do Estado, especialmente quando é impossível de se prever o que se vai passar com os combustíveis nos próximos tempos.

O Governo Regional empurrou o seu problema do Subsídio Social de Mobilidade para o continente, tal como fez com o ferry, como aquela gente não tem sensibilidade a barraca lavou a cara do GR.

O artigo do Diário de Notícias detalha a forte contestação das companhias aéreas, especialmente a easyJet e a TAP Air Portugal, face às propostas de alteração ao Subsídio Social de Mobilidade. As transportadoras alertam que as mudanças legislativas em discussão na Assembleia da República podem comprometer a viabilidade das rotas entre o continente e as regiões autónomas. A easyJet é particularmente crítica, admitindo mesmo o abandono de rotas para o Funchal, Porto Santo e Ponta Delgada (depois da Ryanair), caso avancem medidas como o fim do teto máximo elegível para reembolso ou a introdução de uma tarifa residente insular, que consideram incompatível com o mercado liberalizado.

Além das críticas das companhias, o regulador (ANAC) e a ACIF manifestam reservas quanto à operacionalidade do novo modelo. Os principais pontos de discórdia incluem a transferência da responsabilidade de validação da elegibilidade dos passageiros para as empresas e a burocracia do sistema, que já enfrentou suspensões de pagamentos e atrasos nos reembolsos. Como alternativa, surge a proposta de um modelo de crédito direto ao beneficiário, permitindo que o residente pague apenas o valor final da viagem no ato da compra, evitando o adiantamento do custo total e garantindo a coesão territorial sem afastar os operadores aéreos.

O que se segue? O PSD-M recosta-se na cadeira porque já transferiu o seu problema para o Governo da República e à oposição (deu dicas e aprovou). Eduardo Jesus sorri e desaparece, porque vêm aí mais uns dias de inoperacionalidade do Aeroporto da Madeira. Depois é só aparecer em 3 páginas de ambiente porque é um indivíduo que enche a Madeira com carros a combustíveis fósseis das rent-a-cars, é um ambientalista sustentável. Passemos à sua próxima asneira.

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